PRATICIDADE E ECONOMIA 01.08.2026 | 13h15

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Thiago Assis
Economia e praticidade no trânsito. Esses são alguns dos fatores que têm impulsionado o crescimento da mobilidade elétrica em Mato Grosso. Mas, com a popularização desses veículos, também surgem dúvidas sobre documentação, locais de circulação e equipamentos de segurança obrigatórios.
O vendedor Thiago Assis explicou que, além de praticidade, alguns clientes têm energia solar em casa, o que torna ainda mais barato o uso dos veículos.
“A adesão à mobilidade elétrica é real e já faz parte do dia a dia em nosso Estado. A demanda cresceu e, a cada ano, as vendas vêm se multiplicando. Além da redução dos gastos com combustível, muitos dos nossos clientes já possuem sistema de energia solar em casa, o que torna o custo de utilização ainda menor”, relatou ao
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Outro fator observado pelo setor é que a mobilidade elétrica passou a atender públicos de todas as idades.
"Hoje existem opções para diferentes necessidades. Há quem procure um veículo para lazer, quem queira o primeiro meio de transporte, principalmente os estudantes, e quem busque economizar no dia a dia”, elencou.
Segundo o profissional, os preços variam conforme a categoria do veículo. Patinetes elétricos custam entre R$ 3 mil e R$ 4,5 mil. As bicicletas elétricas variam de R$ 5 mil a R$ 8,5 mil. Já os ciclomotores e motos elétricas podem custar entre R$ 12 mil e R$ 20 mil.
Apesar da aparência semelhante entre alguns modelos, a legislação estabelece diferenças importantes entre bicicletas elétricas e ciclomotores, o que impacta também nas regras de condução.
Atenção condutor
O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) orienta que a classificação do veículo deve ser o primeiro item a ser observado antes da compra.
Os ciclomotores elétricos, com potência de até 4 kW e velocidade máxima de fabricação de até 50 km/h, precisam de registro, licenciamento e emplacamento. A Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC) ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria A é obrigatória a quem conduz.
Já as bicicletas elétricas de pedal assistido não exigem registro, emplacamento ou habilitação, desde que atendam aos requisitos da Resolução nº 996/2023 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran): potência máxima de 1.000 watts, funcionamento apenas durante a pedalada, ausência de acelerador e velocidade máxima assistida de 32 km/h.
Onde cada veículo pode circular?
As bicicletas elétricas podem utilizar ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas, sempre respeitando os limites de velocidade definidos pelo órgão responsável pela via.
Já os ciclomotores são impedidos de trafegar em ciclovias e em calçadas. Eles devem circular exclusivamente nas vias destinadas aos veículos automotores.
Proteção
Para as bicicletas elétricas, são exigidos campainha, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral, espelho retrovisor do lado esquerdo, pneus em boas condições e limitador ou indicador eletrônico de velocidade.
Para os ciclomotores, além dos equipamentos obrigatórios previstos para veículos automotores, o uso de capacete com viseira ou óculos de proteção é obrigatório.
Fiscalização
A fiscalização veicular é realizada pelos órgãos que integram o Sistema Nacional de Trânsito, que verificam se o veículo está corretamente classificado, se possui registro e placa quando exigidos, se o condutor está habilitado e se todos os equipamentos obrigatórios estão em conformidade.
Entre as infrações mais comuns estão: conduzir ciclomotor sem habilitação, circular com veículo sem registro ou emplacamento, trafegar em locais proibidos, como calçadas e ciclovias, conduzir sem capacete e alterar as características do veículo para ultrapassar os limites estabelecidos pela legislação.
As penalidades podem incluir multa, retenção ou remoção do veículo ao pátio, recolhimento da habilitação, quando cabível, e impedimento da circulação até que a situação seja regularizada.
Antes de adquirir um veículo elétrico, o Detran recomenda que o consumidor verifique a potência do motor, a velocidade máxima indicada pelo fabricante, a existência de acelerador e se o modelo exige registro, emplacamento e habilitação.
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Milho Disponível
R$ 66,90
0,75%
Algodão
R$ 164,95
1,41%
Boi à vista
R$ 285,25
0,14%
Soja Disponível
R$ 153,20
1,06%
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