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oito de abril 07.03.2019 | 07h10

Construção de prédio ocasiona rachaduras em casas, igreja e creche

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Ana Flávia Corrêa

anaflavia@gazetadigital.com.br

Com a construção de um novo prédio residencial entre a avenida Oito de Abril e a rua Tenente Thogo da Silva Pereira, no bairro Goiabeiras, em Cuiabá, estrutura das residências vizinhas começaram a apresentar rachaduras há pelo menos um mês.  

 

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Chico Ferreira

Creche Nossa Senhora do Carmo

 

Creche filantrópica Nossa Senhora do Carmo, da paróquia de mesmo nome, precisou ser interditada e seus 60 alunos foram transferidos para outro local. Ainda, fissuras estão começando a aparecer nas paredes da Escola Estadual Gustavo Kulman, que fica há uma quadra na nova edificação.   

 

Gerencial construtora é responsável pelo empreendimento. O prédio Villagio Calábria, de acordo com informações da página da empresa, está ainda em fase de escavação, que foi 75% concluída. Ainda restam a parte de fundação, estrutura, alvenaria e acabamentos.   

 

De acordo com um dos responsáveis pelo funcionamento da creche, Márcio Vilela, as rachaduras apareceram na cozinha da unidade e, assim que foram notadas, a construtora foi notificada.   

 

"Deu uma chuva muito forte e com o buraco já pronto para fundação afetou a estrutura. Avisamos a construtora e eles logo já providenciaram um lugar para colocar as crianças. Eles estão dando todo o apoio porque foi uma coisa alheia a vontade deles", disse.   

 

Chico Ferreira

 Eugênia Vieiraa Villagio Calábria

 

Aposentada Eugênia Vieira, 82, vive no local há pelo menos 40 anos com seu marido e filhos. Sua casa, que fica ao lado do esqueleto do Villagio Calábria, também foi prejudicada. Ela relatou que é comum que as janelas tremam durante as obras.   

 

"Tem dia que treme tudo, é uma barulheira. Eu acho que às vezes vai cair, mas não posso me mudar porque confio muito em Deus. A gente reza muito, mas minha parede começou a rachar tem umas duas semanas", disse.   

 

Reportagem tentou contato com a construtora pelo telefone, que afirmou que não iria se posicionar.  

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Comentários

Silbene - 07/03/2019

Além de comprometer os vizinhos, a empresa constrói no antigo cemitério do CAE CAE onde foram enterrados os doentes após a guerra do Paraguai. Um lugar de memória esquecido pelo poder público. Viva Cuiabá 300 anos.

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