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quarta mais cara do país 17.03.2026 | 17h54

Cuiabano precisa trabalhar 107 horas para comprar cesta básica no mês

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Silvano Costa - Especial para o GD

redacao@gazetadigital.com.br

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O trabalhador de Cuiabá remunerado pelo salário mínimo precisou trabalhar 107 horas e 44 minutos para comprar uma cesta básica em fevereiro deste ano, segundo relatório da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O levantamento foi desenvolvido em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e coloca a Capital entre as cinco mais caras do país para se alimentar.

 

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Considerando o máximo de horas semanais trabalhadas (44 horas), regidas pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o cuiabano que recebe um salário mínimo teria que trabalhar cerca de duas semanas e meia para conseguir comprar alimentos essenciais em um mês.

 

O preço da cesta na capital mato-grossense custou R$ 793,77 no último mês, sendo o quarto maior do Brasil, atrás apenas de São Paulo (R$ 825,87), Rio de Janeiro (826,98) e Florianópolis (R$ 797,53). O valor representa uma porcentagem de 52,94% do salário mínimo dos cuiabanos.

 

Entre janeiro e fevereiro deste ano, quatro produtos da cesta básica apresentaram elevação no preço, com destaque para o aumento de 10,28% no valor do feijão carioca. Também ficaram mais caros a carne bovina de primeira (2,68%), o arroz agulhinha (2,12%) e o pão francês (0,38%).

 

Outros nove itens tiveram redução no preço médio, com destaque para a queda no tomate (-15,45%), na batata (-8,66%) e na banana (-8,06%).

 

Os dados sobre Cuiabá começaram a ser coletados em abril de 2025. De lá para cá, 5 dos 13 produtos da cesta sofreram elevações no preço, especialmente a banana (27,27%), o pão francês (14,62%) e o feijão carioca (9,56%).

 

Os alimentos que ficaram mais baratos durante esses 10 meses foram o tomate (-30,49%), o arroz agulhinha (-27,90%) e o açúcar cristal (-20,73).

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