trabalho formal 20.02.2026 | 15h18

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Rennan Oliveira
Mato Grosso fechou o ano de 2025 com a menor taxa na desemprego na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. O estado atingiu 2,2% de desocupados, sendo a unidade da federação (UF) com a menor taxa no Brasil (veja abaixo o ranking completo).
Além de Mato Grosso, outros 18 estados e o Distrito Federal atingiram a taxa mínima recorde na série histórica.
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Os cinco estados com menor taxa no último ano foram: Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%), Mato Grosso do Sul (3%), Espírito Santo (3,3%) e Rondônia (3,3%). A média nacional de desemprego foi de 5,6%.
A pesquisa apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.
Pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que conduz a pesquisa, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.
Informalidade e rendimento mensal
A pesquisa do IBGE permite identificar desigualdades no nível de informalidade do mercado de trabalho ao longo do país. Enquanto o país terminou 2025 com informalidade de 38,1%, 18 estados ficaram acima dessa marca.
Na informalidade, trabalhadores não têm garantidos direitos como cobertura previdenciária, 13º salário, seguro-desemprego e férias, por exemplo.
Em Mato Grosso, o índice de informalidade ficou levemente abaixo da média nacional, com 36,3%.
Sobre o rendimento mensal, o IBGE aponta que a média do Brasil ficou em R$ 3.560. Mato Grosso, novamente, ficou um pouco acima da média, com rendimento mensal de R$ 3.688.
Veja ranking completo de desemprego
- Mato Grosso: 2,2%
- Santa Catarina: 2,3%
- Mato Grosso do Sul: 3,0%
- Espírito Santo: 3,3%
- Rondônia: 3,3%
- Paraná: 3,6%
- Rio Grande do Sul: 4,0%
- Goiás: 4,6%
- Minas Gerais: 4,6%
- Tocantins: 4,7%
- São Paulo: 5,0%
- Roraima: 5,1%
- Média Brasil: 5,6%
- Paraíba: 6,0%
- Ceará: 6,5%
- Acre: 6,6%
- Maranhão: 6,8%
- Pará: 6,8%
- Distrito Federal: 7,5%
- Rio de Janeiro: 7,6%
- Sergipe: 7,9%
- Amapá: 7,9%
- Rio Grande do Norte: 8,1%
- Alagoas: 8,3%
- Amazonas: 8,4%
- Bahia: 8,7%
- Pernambuco: 8,7%
- Piauí: 9,3%
Veja o nível de informalidade nas UFs
- Maranhão: 58,7%
- Pará: 58,5%
- Bahia: 52,8%
- Piauí: 52,6%
- Ceará: 51%
- Amazonas: 50,8%
- Paraíba: 49%
- Sergipe: 48,2%
- Pernambuco: 47,8%
- Alagoas: 47,5%
- Rondônia: 46,1%
- Acre: 45,2%
- Amapá: 44,2%
- Roraima: 40,3%
- Tocantins: 39,7%
- Espírito Santo: 39%
- Rio Grande do Norte: 39%
- Rio de Janeiro: 38,5%
- Média Brasil: 38,1%
- Minas Gerais: 36,8%
- Mato Grosso: 36,3%
- Goiás: 35,1%
- Mato Grosso do Sul: 32,1%
- Paraná: 31,6%
- Rio Grande do Sul: 31,4%
- São Paulo: 29%
- Distrito Federal: 27,3%
- Santa Catarina: 26,3%
Veja o ranking de rendimento mensal
- Distrito Federal: R$ 6.320
- São Paulo: R$ 4.190
- Rio de Janeiro: R$ 4.177
- Santa Catarina: R$ 4.091
- Paraná: R$ 4.083
- Rio Grande do Sul: R$ 3.916
- Mato Grosso do Sul: R$ 3.727
- Mato Grosso: R$ 3.688
- Goiás: R$ 3.628
- Média Brasil: R$ 3.560
- Espírito Santo: R$ 3.497
- Roraima: R$ 3.438
- Rondônia: R$ 3.362
- Minas Gerais: R$ 3.350
- Tocantins: R$ 3.129
- Amapá: R$ 3.089
- Rio Grande do Norte: R$ 3.003
- Sergipe: R$ 2.855
- Acre: R$ 2.794
- Amazonas: R$ 2.733
- Pernambuco: R$ 2.666
- Paraíba: R$ 2.577
- Piauí: R$ 2.561
- Alagoas: R$ 2.531
- Pará: R$ 2.508
- Ceará: R$ 2.394
- Bahia: R$ 2.284
- Maranhão: R$ 2.228
(Com informações da Agência Brasil).
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Milho Disponível
R$ 66,90
0,75%
Algodão
R$ 164,95
1,41%
Boi à vista
R$ 285,25
0,14%
Soja Disponível
R$ 153,20
1,06%
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