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insistem em ilegalidade 16.10.2019 | 11h51

Garimpeiros resistem e seguem abrigados em parque de exposição

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Ana Flávia Corrêa

anaflavia@gazetadigital.com.br

Rerpodução

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Pessoas que ficaram desabrigadas com a desocupação do garimpo ilegal em Aripuanã (1.002 km a noroeste de Cuiabá) estão temporariamente instaladas no Parque de Exposições da cidade. Em operação da Polícia Federal (PF), o local utilizado para extração de minérios foi desocupado no dia 7 de outubro deste ano.

 

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De acordo com o prefeito da cidade, Jonas Canarinho (PR), alguns garimpeiros conseguiram recuperar parte do maquinário que foi destruído pela Polícia. Nas próximas semanas, ele assegurou, a prefeitura deve encaminhar um documento para a Agência Nacional de Mineração (ANM) pedindo a concessão de alguma área para a exploração. 

 

Policiais militares e Civil continuam no município para garantir a segurança da população.

 

"Eles já estão retirando o maquinário mesmo estando estragado em alguma parte. Não sei se foram autorizados, não posso te falar. Lá tem muita ferragem. Uma moinho, por exemplo, você não consegue estourar. Você pega ele de volta e ele está bom", disse a reportagem do nesta terça-feira (15). 

 

No dia 9 de outubro, o prefeito decretou situação de emergência em decorrência das pessoas que ficaram desabrigadas com a desocupação do garimpo. A estimativa é de que pelo menos 2 mil pessoas trabalhavam na região há mais de um ano. 

 

No decreto, Canarinho afirmou que os garimpeiros desalojados não têm recursos financeiros para se alimentarem e retornaram às suas cidades de origem e que a prefeitura não tem condições de atender as necessidades básicas dessas pessoas. 

 

Operação 

A 2ª fase da Operação Trype, em conjunto com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), teve objetivo de reduzir o impacto ambiental como também problemas de violência gerados pelo aumento do fluxo de pessoas na cidade. 

 

A Polícia Federal também investiga a possibilidade de lavagem de dinheiro. Durante uma semana o espaço utilizado para o garimpo foi desocupando, com a implosão e destruição de equipamentos e maquinários utilizados na extração dos minérios.

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