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divaldo franco em Cuiabá 17.06.2019 | 17h33

Médium explica que tragédias são necessárias e inevitáveis

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Ana Flávia Corrêa

anaflavia@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

"As tragédias são necessárias e indispensáveis porque mostram a pequenez humana diante da grandeza cósmica". A frase é do médium Divaldo Franco, 92, palestrante nesta segunda-feira (17), em Cuiabá, com o tema 'Tragédias Coletivas e as Leis Divinas'.

 

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Natural de Feira de Santana, no interior da Bahia, Divaldo já psicografou e publicou 285 livros, com 92 traduzidos para 16 idiomas. Ele é considerado atualmente um dos principais divulgadores da cultura espírita na contemporaneidade. Dinheiro dos direitos autorais de suas obras é doado para sua instituição de caridade de nome Mansão do Caminho.

 

No entendimento da doutrina espírita, as tragédias coletivas são necessárias devido a evolução do ser humano e de seu habitat. As transformações ocasionam em uma regeneração e, como consequência final, vem a evolução.

 

"O ser humano pode detectar o terremoto, mas não pode evitá-lo, ele pode detectar determinadas erupções vulcânicas, mas não pode impedi-la. Tudo isso nos leva a reflexão de que há uma forma transcendente que movimenta o mundo, naturalmente Deus, ou a natureza, ou a realidade cósmica".

 

De maneira regional, Divaldo comentou alguns casos que aconteceram em Cuiabá nos últimos tempos, como a tragédia em frente à boate Valley Pub, na avenida Isaac Póvoas, na Capital, em que os jovens Myllena Inocêncio, 21, e Ramon Alcides, 25, foram mortos atropelados.

 

"O espiritismo vê isso como um fenômeno de resgate. Nós acreditamos na reencarnação e através dos nossos atos nós programamos a nossa vida. Provavelmente esses jovens em existência anterior assinalaram o seu percurso com algum problema, vieram depois cumprir a sua trajetória normal e retornaram de uma maneira trágica", explicou. 

 

Apesar de ser vista como natural e inevitável, a tragédia gera sofrimento aos que ficam na terra. Para o médium, o que deve se ter em mente é que nada na terra tem segurança e que não se pode fugir da morte. 

 

"Nós podemos fugir de vários fenômenos da morte, mas nunca fugiremos da vida, porque morte é vida para nós. Mas é dolorosa para quem fica, para os familiares que continuam a viver. Mas os acidentes são traumáticos para os espíritos que desencarnam. Como o espírito conforma a família? Trazendo de volta pelas comunicações mediúnicas. O espiritismo prova a imortalidade da alma exatamente através do fenômeno do retorno daqueles seres provando que a vida continua".  

 

Serviço 

 

Local: Hotel Fazenda Mato Grosso  

Quando: 17/06/2019  

Horário: 19:30

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