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a cada 100 mil habitantes 14.01.2023 | 07h00

MT tem 4ª taxa de mortalidade por queimaduras térmicas; número aumentou na pandemia

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Um estudo elaborado pelo Ministério da Saúde, com colaboração da Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ) e outras entidades, revela que Mato Grosso tem a quarta maior taxa de mortalidade por queimaduras térmicas de todo o Brasil, empatado com Pernambuco e Bahia. O levantamento foi divulgado essa semana e os dados são de 2020.

 

São 0,91 óbitos a cada 100 mil habitantes, número é superior à média nacional (0,73/100 mil). O Estado só fica atrás do Paraná (1,15/100 mil), Rio de Janeiro (1,03/100 mil) e Espírito Santo (1,02/100 mil).

 

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De acordo com o boletim, as queimaduras podem ser classificadas como térmicas, elétricas e outras. O grupo das queimaduras térmicas reúne os acidentes por líquidos, vapores, sólidos superaquecidos e substâncias inflamáveis.

 

As elétricas decorrem do contato com corrente elétrica, que pode ser por passagem de corrente pelo corpo, acendimento por explosão ou "flash burn".

 

O documento traz ainda dados referentes à distribuição percentual dos óbitos por queimaduras térmicas e elétricas entre todos os estados no ano de 2020. Nessa última, Mato Grosso aparece na 17ª colocação, com 2,5%.

 

Quanto às queimaduras elétricas, o estado tem 1,9% dos óbitos, sendo o 14º no ranking entre todas as unidades da federação. O maior percentual ocorreu no estado da Bahia (9,7%), seguido por São Paulo e Maranhão, todos com 8% e Pernambuco com 7%.

 

Ainda de acordo com o estudo, o ano de 2020, início da pandemia de covid-19, “destacou-se por apresentar a maior frequência de mortes por queimaduras na série temporal analisada”.

 

Segundo o boletim, a prevenção de acidentes reduz custos para o sistema de saúde e para a sociedade, além de poupar vidas e sofrimento associado às incapacidades.

 

O texto cita que as queimaduras mostram-se relacionadas às populações de nível socioeconômico vulnerável, baixo nível educacional e ambientes de risco, em especial, situações passíveis de prevenção em ambiente doméstico.

 

Para isso, mostra que medidas preventivas, como programas educacionais e mais segurança nas residências têm contribuído para diminuir a incidência e gravidade das queimaduras.

 

“São necessários investimentos na inspeção de segurança e manutenção, segundo as normas técnicas vigentes, treinamento dos profissionais que trabalham diretamente na rede elétrica, redução do trabalho informal na área de eletricidade, visando melhorar os níveis de segurança do trabalhador por meio da capacitação”, finaliza.

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