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DEU EM A GAZETA 16.07.2026 | 06h46

Praças do centro de Cuiabá estão destruídas

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Dantielle Venturini

redacao@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

As obras de revitalização realizadas nos últimos anos não foram suficientes para garantir a conservação de 3 das principais praças do Centro Histórico de Cuiabá. Mesmo após receberem investimentos que, somados aos destinados a outros espaços públicos da região, se aproximam de R$ 1 milhão, as praças da República e Ipiranga voltaram a apresentar sinais de degradação. Na Praça Alencastro, os problemas ainda são menos evidentes, mas a falta de manutenção também já é perceptível e pode avançar, caso nada seja feito.

 

A situação mais preocupante é a da Praça da República, localizada em frente à Catedral Basílica do Senhor Bom Jesus de Cuiabá. Inaugurada em 1922, a praça passou por uma ampla revitalização entre 2019 e 2021, quando recebeu novo paisagismo, iluminação em LED, reconstrução das calçadas e intervenções para ampliar a acessibilidade. Pouco mais de cinco anos após a conclusão das obras, parte dessas melhorias já apresenta sinais de desgaste.

 

Pedras do pavimento estão soltas, há rachaduras, desplacamento do piso e desníveis que aumentam o risco de quedas e dificultam a circulação de pedestres. Bancos quebrados, lixeiras danificadas e a vegetação sem manutenção completam o cenário de abandono em um dos principais cartões-postais da capital.

 

A degradação preocupa por atingir um espaço de intensa circulação de moradores, trabalhadores e turistas. Além de comprometer um patrimônio histórico, as condições da praça afetam diretamente a segurança e a acessibilidade. Idosos, pessoas com deficiência e pessoas com mobilidade reduzida enfrentam obstáculos diários para atravessar o local, principalmente por causa das irregularidades no piso e da falta de conservação da infraestrutura.

 

Moradora da Capital, a aposentada Rosa Ares, de 64 anos, conta que evita atravessar a praça sozinha por causa das condições do piso. Segundo ela, o local, que deveria oferecer conforto e segurança, hoje exige atenção redobrada. Já tropecei aqui algumas vezes e tenho medo de cair. Uma praça dessas deveria estar bem cuidada, porque muita gente passa por aqui e não tem como andar direito, afirma.

 

Já Zilma Godoy, de 52 anos, diz que o estado de conservação causa uma má impressão justamente em um dos principais cartões-postais da cidade. É um dos primeiros lugares por onde muita gente passa quando vem ao Centro Histórico. Quem visita Cuiabá encontra buracos e falta de conservação. Além da aparência ruim, quem usa cadeira de rodas, bengala ou empurra carrinho de bebê enfrenta dificuldades para circular, relata.

 

Leia a reportagem completa na edição de A Gazeta

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