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Patenteado em 1876 10.03.2024 | 12h05

Telefone completa 148 anos de criação; especialistas destacam benefícios, mas fazem alertas sobre uso

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Gabriel Duenhas - Especial para o GD

redacao@gazetadigital.com.br

Reprodução

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Considerado revolucionário, o telefone completa neste domingo (10) 148 anos desde sua criação. O aparelho foi criado pelo cientista escocês Alexander Graham Bell em 10 de março de 1876. Desde sua criação o aparelho passou por muitas evoluções até chegar ao que vemos nos dias atuais. Ao especialistas destacaram os benefícios e recursos proporcionados, mas fizeram alerta para o uso abusivo do aparelho.

 

Elizabeth Neves Miotto, advogada, jornalista e professora universitária há 20 anos, destaca o avanço tecnológico do telefone desde seu surgimento e as mudanças sociais que ele proporcionou em todas as camadas da sociedade.

 

“Antes de surgir o telefone, nós nos comunicávamos por meio de carta, ou esperava que essa comunicação chegasse até você, pessoalmente. Hoje, com apenas um 'click' nós conseguimos saber de tudo que acontece no mundo, em tempo real”, disse a professora.

 

Apesar dos avanços proporcionados pelo aparelho, a especialista chama atenção para o distanciamento social que o telefone provoca entre as pessoas, uma vez que a tecnologia proporciona encontros virtuais, que são mais fáceis e práticos.

 

“Hoje, o celular tem a desvantagem de distanciar as pessoas, uma vez que a frequência dos encontros presenciais diminui cada vez mais, pois podemos nos comunicar de forma mais simples e prática pela internet”, explicou Elizabeth Neves.

 

Theodora Loschiavo, doutora em Psicologia Clínica e presidente do Instituto de Neurociência Harmonia, destacou o grande avanço tecnológico da criação, mas ressaltou que os avançados recursos levaram a população a comportamentos compulsivos, podendo ser comparados até mesmo ao vício em substâncias psicoativas. 

 

"O comportamento de um viciado em telefonia, isso é tão sério que podemos comparar com a mesma dependência de quem faz o uso de substâncias psicoativas, já que o uso constante de smartphone forma conexões similares a quem abusa de opiáceos como Oxicodona, remédio para aliviar a dor, ou álcool", disse a doutora Theodora Loschiavo. 

 

A especialista também apontou que não só os jovens são refens da tecnologia, os mais velhos também adiquiriram dependência dos aparelhos. 

 

"Os aplicativos de fofoca, as redes sociais e principalmente os jogos estão levando os jovens e os mais velhos a um caminho triste e solitário. Uma arma de destruição em massa", destacou a psicóloga. 

 

No Brasil ainda existem poucos centros de reabilitação para este tipo de vício, até mesmo por ser algo novo. Atualmente no país, o Hospital de Clínicas da Universidade de São Paulo já oferece o tratamento e também o Instituto Delete, no Rio de Janeiro.

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