TODOS OS SETORES 17.08.2026 | 15h00

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Fernando Frazão/Agência Brasil/Arquivo
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou as aprovações de crédito para Mato Grosso no 1º semestre de 2026, alcançando R$ 7,64 bilhões. O valor aprovado para o estado foi 77,8% superior ao mesmo período de 2025 (R$ 4,3 bilhões).
Os recursos aprovados atenderam a todos os setores da economia, como agropecuária (R$ 3,16 bilhões), indústria (R$ 2,5 bilhões), infraestrutura (R$ 1,35 bilhão) e comércio e serviços (R$ 635,5 milhões). Micro, pequenas e médias empresas foram responsáveis por R$ 4,05 bilhões do crédito aprovado, crescimento de 4,34% em relação a 2025 (R$ 3,88 bilhões). Mato Grosso foi o segundo estado do país em volume de aprovações para indústria, atrás apenas de São Paulo.
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O volume de recursos desembolsados pelo BNDES para Mato Grosso foi de R$ 3,83 bilhões neste 1º semestre, aumento de 18,4% ante 2025. Os dados são do resultado do 1º semestre do BNDES, divulgado nesta quarta-feira, 12.
“Os números mostram a presença de operações de crédito do BNDES em diversos setores da economia, como agronegócio, indústria, infraestrutura, comércio e serviços. Os dados também registram a participação das micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) entre os beneficiários dos financiamentos no período. Em Mato Grosso, tivemos um crescimento expressivo recursos para a indústria e somos parceiros de uma das principais obras de infraestrutura do estado, a duplicação da BR-163”, afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.
Centro-Oeste
As aprovações de crédito para a Região Centro-Oeste alcançaram R$ R$ 12,97 bilhões no 1º semestre de 2026, valor 58,1% superior ao realizado no mesmo período de 2025 (R$ 8,21 bilhões). Os valores aprovados neste semestre atenderam diferentes setores, como agropecuária (R$ 4,5 bilhões), infraestrutura (R$ 3,63 bilhões), indústria (R$ 3,43 bilhões) e comércio e serviços (R$ 1,42 bilhão). Do total das aprovações, R$ 7,67 bilhões foram para micro, pequenas e médias empresas, ante R$ 5,62 bilhões no período anterior, acréscimo de 36,4%. O volume de desembolso chegou a R$ 7,72 bilhões, ante R$ 5,73 bilhões no mesmo período de 2025.
Nacional
O BNDES registrou lucro recorrente de R$ 9,2 bilhões no primeiro semestre de 2026, alta de 25% em relação ao mesmo período de 2025. No acumulado de 12 meses, o lucro recorrente chegou a R$ 17,1 bilhões, recorde histórico da instituição. Os resultados financeiros também revelaram que o BNDES atingiu pela primeira vez na história ativos totais de R$ 1,05 trilhão, além do recorde histórico de R$ 181 bilhões no Patrimônio Líquido, reflexo da sustentabilidade e da solidez do Banco.
O desempenho operacional da instituição também segue com resultados robustos, com valores de consultas, aprovações e desembolsos superando as marcas dos últimos anos. O total de aprovações de crédito e operações garantidas aumentou 19% ante primeiro semestre de 2025, com injeção de crédito de R$ 154 bilhões, sendo R$ 43,4 bilhões em garantias.
As aprovações de crédito somaram R$ 110,6 bilhões, aumento de 52% ante 1º semestre de 2025. Os maiores crescimentos foram observados no crédito à infraestrutura (+ 91%) e agropecuária (+ 46%), somando R$ 46 bilhões e R$ 24,8 bilhões, respectivamente. Os créditos ao comércio e serviços somaram R$ 17,3 bilhões (+ 27%) e à indústria R$ 22,5 bilhões (+ 24%).
O apoio às MPMEs alcançou R$ 108,2 bilhões nos primeiros seis meses deste ano, maior valor da história para o período, com alta de 22% sobre 2025 (R$ 88,8 bilhões). As garantias prestadas por fundos garantidores em operações realizadas por agentes financeiros alcançaram R$ 43,4 bilhões, enquanto as aprovações de crédito somaram R$ 64,8 bilhões.
O volume dos desembolsos do BNDES alcançou R$ 74,8 bilhões no semestre, aumento de 37% em relação ao mesmo período de 2025, garantindo a continuidade do crescimento da carteira expandida. As consultas aumentaram 72% em relação ao primeiro semestre de 2025, totalizando R$ 237,7 bilhões.
A inadimplência da instituição, de 0,05% (90 dias), permanece expressivamente inferior à do Sistema Financeiro Nacional (4,68% geral e 0,66% para grandes empresas em junho de 2026)
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Milho Disponível
R$ 66,90
0,75%
Algodão
R$ 164,95
1,41%
Boi à vista
R$ 285,25
0,14%
Soja Disponível
R$ 153,20
1,06%
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