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rombo de R$ 400 milhões 05.09.2023 | 10h42

Rubens de Oliveira é afastado do cargo de diretor-presidente da Federação Unimed

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Redação de A Gazeta

redacao@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

Apontado como principal responsável pelo prejuízo de R$ 400 milhões no balanço contábil de 2022 da Unimed Cuiabá, o médico Rubens de Oliveira foi afastado por tempo indeterminado do cargo de diretor-presidente da Federação Unimed Mato Grosso.


A decisão se deu nesta segunda-feira (4), durante reunião do Conselho de Administração da Federação Unimed Mato Grosso, composto pelos diretores-presidentes das sete singulares da Unimed em Mato Grosso.


A princípio, Rubens tentou pedir afastamento por 90 dias, mas os conselheiros rejeitaram o pedido dele e deliberam pelo afastamento sem limite de tempo.


Rubens vinha sofrendo pressão da classe médica de Cuiabá para renunciar ao cargo após a revisão do balanço que ele apresentou em Assembleia Geral com saldo positivo de R$ 371,8 mil virar perdas de R$ 400 milhões.


A prestação de contas aconteceu em meio à tensão eleitoral na cooperativa, onde ele buscava o terceiro mandato
consecutivo. Além de presidente da Federação, Rubens ainda é diretor de mercado da Unimed Brasil. Rubens e ex-diretores
da Unimed Cuiabá também foram acionados na justiça e administrativamente pela fraude fiscal.


VARREDURA
Em uma revisão minuciosa que tem sido feita nas contas da cooperativa, uma série de inconsistências e irregularidades têm sido identificadas e comprovadas por meio do trabalho técnico de auditorias especializadas e independentes, sendo o achado mais relevante o balanço contábil de 2022 “maquiado”, que inicialmente apresentava saldo positivo de R$ 370 mil, e que após auditoria demonstrou inconsistências de R$ 400 milhões.


Já a auditoria de conformidade apontou uma série de indícios de gestão temerária que colocou em risco a saúde financeira da cooperativa. Dentre os problemas elencados estão contratos irregulares, antecipação de pagamentos de forma indevida,
relação desigual com fornecedores, aquisições e construção de obras sem a autorização em assembleia-geral, entre outras muitas questões que colocaram a conta da cooperativa em estado alarmante.

 

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