assista 01.10.2026 | 09h30

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Chico Ferreira/GD
Atualizado às 13h05 - Terceiro Bloco
O terceiro bloco começou com Sargento Laudicério perguntando ao governador Otaviano Pivetta se pretende pagar os valores atrasados do RGA. Em momento de descontração, o militar disse que o servidor quer “comprar um espetinho” no fim do dia. Pivetta disse que o governo criou o fundo de previdência para proteção dos servidores e que conta com a sua vice, Gisela Simona (União), para estabelecer um canal de diálogo com os servidores. Disse que não vai prometer para a categoria o que não poderá cumprir. Pivetta disse que a sua intenção é implantar no estado a mesma política de desenvolvimento que adotou quando era prefeito em Lucas do Rio Verde.
A segunda pergunta de Laudicério foi direcionada a Rafael Milas sobre a proposta de reduzir o tamanho do estado, isto é, cortar despesas, ações e projetos. Milas disse que Mato Grosso é um estado de privilégios e citou que os dois prefeitos mais caros do país, assim como a assembleia legislativa e a câmara municipal de Cuiabá. Defendeu que esses recursos sejam revertidos em prol da população.
Pivetta perguntou à Natasha sobre políticas de fomento do turismo. Natasha disse que o estado abandonou as pessoas, as estradas são ruins, a saúde e a segurança pública em situação caótica. Disse que é preciso resolver a situação do Portão do Inferno em Chapada dos Guimarães e afirmou que o governador não gosta de Cuiabá. Pivetta disse que o projeto está parado por causa do Ibama e que a prioridade do seu segundo mandato serão Cuiabá e Várzea Grande.
A segunda pergunta do governador foi para Sargento Laudicério. Ele recordou a crise financeira enfrentada pelo governo do estado na gestão anterior e questionou como lidaria com o orçamento. O candidato prometeu revisão das renúncias fiscais e de contratos, além de procurar recursos no governo federal.
Natasha questionou Maurício Coelho sobre a renúncia fiscal sobre os incentivos fiscais de R$ 500 milhões recebidos por Pivetta desde que se tornou vice-governador. O candidato ressaltou que esses incentivos estão voltados para 30 empresas e que os balancetes demonstram que, sem esses recursos, essas empresas continuariam dando lucro. Natasha disse que não é possível aceitar político enriquecendo por meio de renúncia fiscal e prometeu não permitir que políticos e familiares tenham acesso aos recursos.
A segunda pergunta foi para Otaviano Pivetta. Ela questionou sobre acusação de compra de ambulâncias superfaturadas, cujos recursos foram parar em uma sina de sua propriedade, R$ 1 bilhão desviados da saúde, além de R$ 500 milhões que uma empresa sua deixou de pagar em impostos, e perguntou o que mudou. Pivetta disse que quem mudou foi ela, transformando-se em uma pessoa irreconhecível. Disse que trabalhou muito para prosperar e que fez sua região prosperar junto com ele. Afirmou que as suas empresas geram emprego e dinheiro para o estado fazer investimentos. Natasha replicou, afirmando que “todo mundo que está ao lado de Pivetta está envolvido em corrupção”, citando o ex-candidato a vice Fábio Garcia (União), que foi alvo de operação da PF.
Maurício Coelho questionou Pivetta também sobre renúncias fiscais e sobre a real necessidade desses benefícios. Pivetta afirmou que essa é uma política pública e que o tema nunca havia sido questionado. Voltou a ressaltar que suas empresas geram 2 mil empregos, além de pagar impostos. Disse que trabalha dentro da lei e que atua em benefício da população.
A segunda pergunta foi novamente para Pivetta. O governador foi questionado sobre os empréstimos consignados aos servidores públicos de Mato Grosso. Pivetta disse que levou à Assembleia o projeto de lei que diferencia cartão de consignado e proibiu que bancos sem sede em Mato Grosso operem esse tipo de serviço. Disse que os recursos pendentes estão sendo depositados em juízo e que vai fazer todo o possível para proteger o servidor. Maurício pontuou que os descontos continuam sendo realizados e que não era o estado que deveria acionar a Justiça para não pagar, mas os credores que deveriam acionar para receber.
Wellington questionou Rafael Milas também sobre os consignados, citando a possível relação com o Banco Master. Milas lembrou que Flávio Bolsonaro (PL), apoiado pelo Fagundes, também é citado nas investigações sobre o esquema do Master. Acusou Wellington de ter corruptos ao seu entorno, nominando Pedro Henry e Cinésio Oliveira. Fagundes disse que, no primeiro dia de governo, se eleito, vai proibir o governo de ter contrato com o Banco Master, que já está extinto. Lembrou que os servidores têm que pagar 14% em juros nos empréstimos e que o RGA, inclusive os atrasados.
Wellington questionou Maurício Coelho sobre a infraestrutura para atender os turistas que chegam ao estado. Disse que vai conceder crédito para que a iniciativa privada faça os investimentos em benefício da cadeia do turismo. Fagundes citou Jair Bolsonaro, que ele alega estar preso injustamente, que criou programa de fomento ao turismo, servindo como modelo para a política estadual com foco nos pequenos empreendedores.
Rafael Milas perguntou a Maurício Coelho sobre o combate à corrupção, especialmente por meio de emendas. O candidato disse que não tem medo de denunciar corruptos, citando dois delegados da PF que ele denunciou. Disse que vai criar uma delegacia especializada em casos complexos, para focar lobistas e laranjas de políticos corruptos. Milas defendeu responsabilidade gerencial e condicionar encaminhamento de emendas parlamentares a municípios que atinjam os índices necessários em áreas essenciais da administração.
Em pergunta a Fagundes, Milas acusou o adversário de ter ao seu lado corruptos condenados pela Operação Sanguessuga e outro vinculado a Silval Barbosa. Fagundes disse que cada um responde por seu CPF e que vai governar pautado pela honestidade, disse que é ficha limpa e vai colocar no governo quem tem ficha limpa. Milas disse que Fagundes mente e que sua régua hoje não é essa, tendo Pedro Henry e Cinésio Oliveira ao seu lado. Em resposta, Fagundes disse que, no primeiro dia de governo, vai emitir decreto para impedir contratação de quem é ficha suja.
Atualizado às 12h00 - Segundo Bloco
O segundo bloco começou com a concessão de direito de resposta para Natasha, que foi acusada de mentir pelo governador Pivetta em relação à acusação de violência doméstica contra a ex-companheira. Na sua fala, ela disse que a Justiça a impediu de citar o episódio no seu programa eleitoral e disse que o governador chegou a ser preso por isso. “Quem bate em mulher apanha nas urnas”, concluiu. Os pedidos de direito de resposta de Pivetta e Maurício foram negados pela equipe do debate.
O candidato Rafael Milas pediu ao governador que explicasse ao eleitor o que é o Prodeic. Na resposta, o governador disse que o programa foi criado por Dante de Oliveta e hoje incentiva 1500 empresas do estado. Afirmou que hoje a concessão é transparente, que não existe mais assalto ao estado, diferente da época em que Fagundes conseguiu o benefício.
A segunda pergunta foi feita a Laudicério sobre a destinação de recursos por Wellington para a Antártica. Disse que é preciso olhar para as prioridades do estado e que não é aceitável construir um parque em vez de ajudar a população. Milas disse que o dinheiro do estado deve ficar no estado e Laudicério disse que vai priorizar a política social do estado. Fagundes pediu direito de resposta novamente.
Laudicério questionou Maurício sobre programas em defesa das mulheres que permanecem com os agressores por não terem condições de se sustentar e aos filhos sozinhos. Na resposta, o candidato disse que a questão da violência não passa só pela segurança, mas pela economia e principalmente pelos pequenos empreendedores. Defendeu a redução de impostos para que sobre dinheiro para as famílias, o que gera consumo, dando condição para que as mulheres consigam oportunidades de trabalho e sejam independentes.
A segunda pergunta de Laudicério foi para Fagundes. Ele recordou que o candidato esteve ao lado do grupo de Pivetta, que hoje ele acusa, e questionou sobre o que ele apoiou e o que fracassou nessa parceria. Fagundes disse que ficou decepcionado com o atual governo porque foi feita uma opção de “servir-se” do governo, acusou Pivetta de ter recebido R$ 500 milhões em incentivos do estado e questionou sobre a mudança no Fethab. Laudicério disse que os dois candidatos brigam hoje, mas estarão juntos de novo na próxima eleição.
Posteriormente, Maurício questionou Natasha sobre o Hospital Central. Segundo o candidato, a empresa que administra a unidade não está usando todos os recursos que são enviados pelo estado. Natasha disse que, em 2026, foram pagos R$ 195 milhões ao Albert Einstein e apenas 794 pacientes foram atendidos. Natasha disse que não basta inaugurar unidades de saúde, mas pensar também nos médicos. Disse que, na rede pública, efetivamente, não fez diferença a inauguração da unidade. Maurício disse que, de janeiro a agosto, foram feitas 2 mil cirurgias, mas o valor de R$ 250 milhões poderia ter custeado 14 mil procedimentos.
Na segunda pergunta, Maurício questionou Wellington Fagundes sobre como recuperar a economia do estado, que, conforme o candidato, caminha para um déficit fiscal. Na resposta, disse que terá um governo descentralizado com secretários junto às diferentes regiões do estado e que vai focar na geração de emprego. Fagundes disse que 36 anos de experiência na política e que sabe o que fazer.
Em seu questionamento, Fagundes perguntou à Maurício sobre agricultura familiar e como gerar emprego para o pequeno produtor e que não tem incentivo fiscal. Maurício prometeu dar crédito de ICMS em combustível para que os produtores negociem com as transportadoras. Disse que o nível de endividamento aumentou a níveis históricos na atual gestão. Fagundes criticou o fim do Fethab sem ouvir os produtores e prejudicando a habitação.
Wellington foi o próximo a questionar. Ao Sargento Laudicério, disse que seu investimento em pesquisa na Antártida foi relacionado às questões climáticas e perguntou sobre investimentos em pesquisa. Laudicério disse que o investimento na educação é “precário” e que, se eleito, vai priorizar pessoas técnicas com formação nas áreas essenciais. Fagundes prometeu pagar o RGA aos servidores e promover investimentos na Unemat.
O próximo a questionar foi Otaviano Pivetta, que perguntou à Laudicério sobre as suas propostas para a educação no ensino médio. O candidato citou que Mato Grosso está na 24ª posição no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) e acusou o estado de articular formas de tentar influenciar os resultados da pasta, mudando alunos de escola quando eles apresentam desempenho abaixo do esperado ou muitas faltas.
A segunda pergunta de Pivetta foi para Fagundes. Ele afirmou que Mato Grosso é um estado novo e em desenvolvimento, questionando sobre investimentos em infraestrutura, geração de empregos e verticalização da produção agrícola. Wellington respondeu dizendo que Pivetta está equivocado e que Mato Grosso não é um estado novo, citou as influências portuguesas, africanas, ribeirinhos, indígenas, quilombolas, nordestinos e sulistas. Disse que é um dos responsáveis pela duplicação da rodovia entre Cuiabá e Rondonópolis e citou que a obra não foi como o Portão do Inferno, que “vocês esfarelaram mais de R$ 20 milhões, quase R$ 30 milhões”. Pivetta respondeu que Mato Grosso é novo comparado com a história da humanidade e que o progresso está chegando à Baixada Cuiabana.
Natasha questionou o Sargento Laudicério sobre a redução de investimentos na segurança pública. A candiatada disse que vai trazer 720 policiais que “estão carregando pasta de político” e afirmou ter compromisso em pagar o RGA atrasado. O candidato defendeu a valorização dos servidores com progressão de carreira e disse que é a primeira vez que um PM é candidato.
A segunda pergunta de Natasha foi para Rafael Milas sobre a proposta dele a respeito do app da Saúde. Milas disse que a ideia é copiar o modelo de El Savador que a inteligência artificial vai reduzir os custos da saúde pública. Natasha, que também tem uma proposta parecida, disse que vai reduzir o tempo de espera dos pacientes paras consultas e outros procedimentos.
Atualizado às 11h13 - Primeiro Bloco - A primeira pergunta no primeiro bloco, conforme ordem definida em sorteio, foi à candidata Dra. Natasha. No questionamento, feito ao governador e candidato a reeleição, Otaviano Pivetta (Republicanos) ela voltou a citar o caso de violência doméstica pelo qual ele foi denunciado e questionou sobre ações do governo em prol das mulheres. Na resposta, o, em ato falho, o governador disse que vai investir em políticas contra a mulher. Na réplica, Natasha voltou a falar da acusação feita contra Pivetta, que a acusou de mentir. Em resposta, Natasha pediu direito de resposta.
A segunda pergunta foi realizada por Natasha para o candidato Wellington Fagundes (PL) e recordou que ele estava junto com Fagundes na eleição de 2022. Wellington respondeu que ele abriu mão da disputa ao governo do estado para apoiar Mauro Mendes (União) por entender que era o melhor naquele momento. Contudo, disse que o Banco Master tomou conta do estado e roubou o servidor. Na réplica, candidata disse que foi tirada do palanque na disputa ao Senado em 2022 pelo grupo que hoje apoia o candidato Pivetta e que “graças a Deus”, não está atolada na corrupção do governo. O governador pediu de imediato direito de resposta, o segundo do programa. Na sua tréplica, Wellington disse que Natasha é que pertencia ao grupo de Pivetta, citando declaração do governador que disse que Natasha frequentava a sua casa, dada a proximidade entre os dois.
Na sequência, foi a vez de Otaviano Pivetta questionar Maurício Coelho (Mobiliza) sobre a infraestrutura viária do estado. Na resposta, Maurício disse que o estado está no caminho do déficit fiscal e disse que isso se deve a presença do “conselheiro” Paulo Brustolin, ex-secretário de Fazenda do ex-governador Pedro Taques (PSB) e que, por isso, o governo estaria seguindo para o mesmo rumo. “Pivetta entrou e o estado piorou”, acusou. Pivetta respondeu dizendo que o Tesouro Nacional coloca Mato Grosso entre os três únicos estados brasileiros com crédito positivo e que, em caso de eleição, vai continuar com os programas de infraestrutura. Em resposta, Maurício disse que Pivetta procurou o ex-senador Jonas Pinheiro para conseguir favorecimento para obter empréstimo com o BNDES, que já havia sido negado pelo Banco do Brasil.
Na sua vez de perguntar, Pivetta escolheu Rafael Milas (Missão) e questionou sobre os investimentos para colocar o estado no topo do ranking da educação pública no estado. Na resposta, Milas defendeu pagar um recurso financeiro para os alunos que tiverem resultado positivo nas unidades de ensino, além de defender a disciplina nas escolas. Pivetta disse que sua gestão mudou o rumo da educação no estado, defendeu a universalização do ensino técnico no estado para preparar esses jovens para o mercado de trabalho.
Na sequência, Wellington questionou Pivetta sobre a diferença entre renúncia fiscal programática e a não programática. O governador disse que o estado arrecadou R$ 10 bilhões das indústrias e citou o Prodeic, programa de incentivo fiscal, que, segundo Pivetta, beneficiaria Fagundes. Wellington respondeu dizendo que o governador mente e que nunca recebeu esse incentivo e nem o seu filho, conforme havia sido afirmado pelo governador. Pivetta tentou mostrar um documento com os números que seriam dos incentivos que beneficiaram a família Fagundes. Impedido pelo mediador, Pivetta acusou Wellington e Natasha de fazerem dobradinha contra ele.
Na segunda pergunta, Wellington se confundiu e tentou questionar o governador mais uma vez. Pivetta agiu com deboche, dando risada do oponente, e foi repreendido pelo mediador do debate. Fagundes questionou Natasha sobre as ações de Pivetta para combater violência de gênero e feminicídos. A candidata voltou a citar a acusação de agressão contra a companheira feita contra Pivetta. Defendeu a criação da Secretaria da Mulher, aumentar o efetivo da polícia e fazer novos concursos. Na réplica, Wellington também falou sobre a acusação contra Pivetta, dizendo que, apesar da repercussão em toda a imprensa, é negada pelo governador. Na sequência, Natasha disse que vai colocar a mulher nas urnas e que não vai se calar sobre a violência contra a mulher no estado.
O próximo a perguntar foi Laudicério que questionou Natasha sobre política habitacional. A candidata lembrou que há um déficit de 180 mil moradias, aumentar o valor de financiamento pago pelo estado e atuar em parceria com o governo federal, por meio do “Minha Casa, Minha Vida”. Ela lembrou que 50% da população do estado vive de aluguel e que pretende fazer 55 mil casas em Mato Grosso.
Na sequência, Laudicério questionou sobre a solução prática da construção de um novo presídio, que ele apelidou de “Inferno Pantaneiro”. Ele disse que quer zerar o déficit de vagas no sistema penitenciário e que a intenção do nome é assustar os criminosos. Laudicério disse que segurança não pode se fundamentar em slogans e que a unidade ficaria em uma região de fronteira, o que poderia aumentar o risco. Maurício Coelho questionou novamente sobre o tema, em especial o nome da unidade. A resposta é que o nome é para “assustar vagabundo” e acusou o oponente de ter medo de enfrentar bandido.
O assunto dos incentivos fiscais aos candidatos voltou a ser citado pelo candidato Maurício Coelho, em pergunta para o Sargento Laudicério. Na resposta, o militar disse que o benefício se concentra em 30 pessoas e que o retorno efetivo ao estado precisa ser avaliado.
Rafael Milar continuou no assunto e questionou Fagundes, que negou que ele ou filho tenham recebido incentivos fiscais. Cobrou desistência de Pivetta caso não consiga apresentar provas da acusação. Provocado, Wellington disse que Pivetta e Milas aceitaram desistir quando ele provar que não foi beneficiado com esse dinheiro do estado.
Em nova pergunta, direcionada para Natasha, Milas o acusou de ter ligação com Lula, Emanuel Pinheiro e o filho Emanuelzinho. A candidata disse que responde pelo seu CPF e citou escândalo envolvendo o MBL, que deu origem do partido Missão, quando um dos líderes do movimento disse que as mulheres da Ucrânia eram fáceis porque eram pobres. Natasha comparou a situação com o crime de estupro.
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Mantendo o compromisso com a democracia, o Grupo Gazeta de Comunicação, por meio da TV Vila Real, canal 10.1, leva ao ar hoje o segundo debate com os candidatos ao governo de Mato Grosso, do pleito de 2026. Esse será o último debate entre os candidatos antes do primeiro turno.
A partir das 10h30, toda a baixada cuiabana poderá conhecer propostas e o que cada candidato defenderá, se eleito chefe do Poder Executivo Estadual.
Além da mídia tradicional, por meio do sinal digital nas televisões, o eleitor poderá acompanhar o programa por transmissão simultânea no Youtube, no canal da TV Vila Real; através do site Gazeta Digital – na aba principal do portal, bem como nas redes sociais, com a transmissão ao vivo no @gazetadigital.
O debate tem a duração de 2h, podendo ser prorrogado por mais 30 minutos, se necessário, em decorrência aos pedidos de direito de resposta dos candidatos.
Os 6 candidatos, foram convidados para o debate. Participam Doutora Natasha (PSD), Maurício Coelho (Mobiliza), Otaviano Pivetta (Republicanos), Rafael Milas (Missão), Sargento Laudicério (Agir) e Wellington Fagundes (PL).
Mediado pelo jornalista Antônio Carlos Silva, o debate será dividido em quatro blocos. O primeiro deles será para apresentação dos candidatos e após isso, cada um poderá escolher outros dois adversários com tema livre. Os pedidos de direito de resposta poderão ser feitos caso o candidato se sinta ofendido. Segundo e terceiro blocos seguem a mesma estrutura, porém com ordens distintas.
No quarto e último bloco, o mediador Antônio Carlos conduzirá as despedidas dos concorrentes, que terão 1 minuto cada. A duração do debate poderá se estender por mais 30 minutos devido ao intervalo de 25 minutos da propaganda eleitoral gratuita.
A cobertura completa você acompanha no
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Soja Disponível
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