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Insultos racistas 06.05.2026 | 15h28

Fifa expande suspensão de Prestianni por ofensa a Vini Jr. para as partidas na Copa

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Jesús Álvarez Orihuela/AS

Jesús Álvarez Orihuela/AS

O Comitê Disciplinar da Fifa estendeu a punição do atacante argentino Gianluca Prestianni para todas as competições, dando ao caso de insulto racista um âmbito mundial. O jogador do Benfica foi punido pela Uefa com seis jogos de suspensão “por conduta discriminatória” (teria chamado o atacante revelado pelo Flamengo de macaco) contra o brasileiro Vini Jr. durante o confronto entre o time português e o Real Madrid, em jogo válido pela Champions League.

 

Diante da decisão, o atleta não poderá participar dos dois primeiros jogos da seleção argentina caso seja convocado para disputar a Copa do Mundo pelo técnico Lionel Scaloni. As informações são do jornal As, da Espanha.

 

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Pela tabela do Mundial, que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá, a equipe sul-americana faz a sua estreia contra a Argélia, no dia 16, e cumpre seu segundo compromisso enfrentando a Áustria, no dia 22. Nesse caso, ele só poderá ser utilizado no confronto diante da Jordânia cinco dias depois.

 

No fim do mês passado, a Uefa aplicou uma suspensão de seis partidas distribuídas da seguinte forma: três jogos de forma efetiva e outras três partidas sujeitas a um período probatório. Na prática, esses três compromissos só serão cumpridos em caso de reincidência num período de dois anos. O atacante argentino já cumpriu um jogo de suspensão, restando ainda duas partidas.


O caso, que teve grande repercussão internacional, gerou ainda uma outra mudança. A International Board determinou que atletas que esconderem a boca ao ofenderem adversários deverão ser expulsos.

 

O jogo em questão aconteceu no dia 17 de fevereiro, no duelo entre Benfica e Real Madrid, no Estádio da Luz, em Lisboa. Vini Jr. afirmou que foi chamado de “mono” (macaco em espanhol) pelo jogador argentino. Prestianni negou as acusações e disse ter chamado o brasileiro de “maricón”.

 

Diante da polêmica, o juiz acionou o protocolo antirracismo e paralisou o confronto, que teve uma interrupção de dez minutos. Alvo de ofensas vindas das arquibancadas, o jogador revelado pelo Flamengo se manifestou por meio das redes sociais e disse, mais uma vez, ter sido vítima de preconceito.

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