Aberta a temporada 22.06.2026 | 11h02
Divulgação/CBF
Ancelotti segue sua rotina de testes, em plena Copa do Mundo. Para a ausência de Raphinha, com estiramento, ele apostará em um time ainda mais ofensivo. O italiano testou os três substitutos. A chance maior é de Luiz Henrique.
New Jersey, Estados Unidos
Existe a simples lógica.
E existem as surpresas de Carlo Ancelotti.
Leia também - Família de Vini se hospedou em ‘castelo’ de R$ 55 mi para assistir jogador na copa
O treinador italiano não poderá contar com quem acreditava ser um dos diferenciais do Brasil nesta Copa do Mundo.
Raphinha.
O estiramento na coxa direita é grave.
Os rumores nos bastidores da CBF apontavam, primeiro, dez dias fora. Agora, já dizem que a recuperação vai levar 14 dias. E ele só estaria pronto para as quartas-de-final, caso o Brasil consiga se classificar.
Mas a chance é real de que não consiga voltar nesta Copa.
A imprensa espanhola sabe o quanto é frágil sua coxa direita. Na temporada passada, ele ficou cerca de cem dias sem poder jogar.
Ancelotti foi para a primeira opção lógica, previsível. Luiz Henrique. O atacante tem características muito parecidas com Raphinha. Canhoto, adora jogar na ponta direita.
Os dribles, as arrancadas, a força física são próximos aos do jogador do Barcelona. Raphinha, sem discussão, tem mais talento.
Repetindo, se houver lógica, o problema está resolvido. A entrada simples de Luiz Henrique.
Mas Ancelotti segue tentando compensar o tempo perdido na preparação da Seleção. Os anos em que o time ficou nas mãos de Fernando Diniz e Dorival Júnior.
E também testa outros dois atacantes na vaga de Raphinha.
E Rayan está na frente de Endrick.
Por um motivo muito simples.
Ele atua desde garoto, está acostumado a jogar pela direita e pelo meio, revezando com um centroavante. Ou um homem mais adiantado, que é Matheus Cunha, aqui na Seleção.
Canhoto, a revelação do Vasco se fixou na direita no Bournemouth. Ancelotti, quando teve de trocar Raphinha, contundido, contra o Haiti, apelou para Rayan.
Ele não foi tão bem.
Daí perder pontos para Luiz Henrique.
Por último, correndo por fora, vem Endrick.
Ao optar por ele, Ancelotti precisa mudar a movimentação toda do ataque. Matheus Cunha passaria a jogar como meia. E o italiano está satisfeito com o representante do Manchester United.
Endrick vem ganhando mais espaço na Seleção, na torcida e na mídia. Ancelotti ainda aposta que ele está imaturo para ganhar um lugar como titular na Seleção.
O certo é que o Brasil atacará a Escócia, porém equilibrado. Com três volantes para deixar os atacantes sem a obrigação de defender: Casemiro, Bruno Guimarães e Paquetá.
A Seleção precisa vencer, e por muitos gols, se puder.
O medo é que o time acabe em segundo no grupo C.
Isso aconteceria se o Brasil vencer, por exemplo, por 1 a 0, e Marrocos vencer por 5 a 0 o Haiti. A primeira colocação ficaria com a seleção africana, pelo saldo de gols.
Na segunda colocação, a Seleção faria seu primeiro jogo eliminatório, em Monterrey, no México.
Daí a importância da escolha correta do substituto de Raphinha.
Neymar?
Só nos minutos finais em Miami...
Publicidade
Publicidade
Milho Disponível
R$ 66,90
0,75%
Algodão
R$ 164,95
1,41%
Boi à vista
R$ 285,25
0,14%
Soja Disponível
R$ 153,20
1,06%
Publicidade
Publicidade
O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.
É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.