27.11.2007 | 03h00
O estádio da Fonte Nova tinha condições de receber grandes eventos, segundo o Secretário de Esporte da Bahia, Nilton Vasconcelos. No domingo, parte da arquibancada do anel superior desabou, matando sete pessoas e deixando dezenas de feridos pouco depois do empate por 0 a 0 do Bahia com o Vila Nova, resultado que garantiu o retorno do time da casa à Série B do Campeonato Brasileiro.
"Recebemos o estádio no início do ano com uma boa parte dele interditada, e por abandono. Houve reformas e manutenção. A firma de engenharia que fez as reformas nos deu a garantia de que poderíamos usar o estádio com essa lotação. Não tínhamos nenhuma indicação de que algo poderia acontecer. Se houvesse qualquer indicação, teríamos feito a interdição", garantiu Nilton Vasconcelos, em entrevista à rádio CBN.
"Não havia nenhum indício de que havia problema de segurança. Foi o terceiro ou quarto jogo nos últimos dois meses que o Bahia fez com lotação completa. Foi uma situação atípica. Além dos 60 mil, havia torcedores que foram ao estádio, elétricos para ver o jogo. Tive informação de que houve invasão do estádio pela parte externa", concluiu o secretário.
Na manhã de ontem, foi iniciada a perícia que apurará as causas do desastre no estádio baiano. A previsão é de que o resultado da análise seja anunciado entre 30 e 90 dias. Ainda no domingo, o governador da Bahia Jaques Wagner determinou a interdição da Fonte Nova por tempo indeterminado. O estádio foi construído em 1950 e há muito tempo não recebia reforma.
Após seu último jogo como mandante, o Bahia confirmou a primeira posição na lista das melhores médias de público do Campeonato Brasileiro.
Mesmo disputando a Terceira Divisão do Nacional, o time ostenta a média de 40,4 mil torcedores por partida, segundo dados oficiais da Confederação Brasileira de Futebol.
O Flamengo aparece na segunda posição (39,5 mil), mas fez no dmingo o seu último jogo no Maracanã pelo Brasileirão.
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