em cuiabá 12.02.2023 | 07h21

yuri@gazetadigital.com.br
João Vieira
Pablo Ferreira de Carvalho da Silva, 25, morreu baleado com 6 tiros pela Polícia Militar na madrugada deste domingo (12), no bairro Jardim Florianópolis, em Cuiabá. Ele estava em surto psicótico e ameaçou a mãe, que assustada, acionou os policiais. Pablo atacou a equipe com uma picareta quando foi atingido pelos tiros.
De acordo com as informações apuradas pelo
, equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foi acionada para a ocorrência por volta da 1h30. Quando chegaram, encontraram o rapaz morto próximo da cozinha.
Aos investigadores, os policiais disseram que a mãe do rapaz acionou a equipe via 190, informando que ele estava muito alterado, em surto e fazendo ameaça. A PM contou ainda que já conheciam o rapaz, que era usuário de drogas.
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Durante a ocorrência, ele se trancou em casa e na tentativa de abordagem, pegou uma picareta e foi para cima dos militares. Eles reagiram e dispararam contra Pablo, que morreu no local.
Cena foi isolada para os trabalhos da perícia. Conforme apurado, o rapaz foi atingido por 6 tiros. Peritos apreenderam as cápsulas e projéteis localizados na casa. O caso segue em investigação.
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Gi - 13/02/2023
Um tiro na perna era o suficiente par imobilizar o rapaz... 26 anos ... sofrimento com as drogas tanto da mãe como o dele... Só quem já presenciou um surto desses sabe como é doloroso ver seu filho perdido com essa maldita doença ...chamada de dependência...não é fácil pra uma mãe perder seu filho duas vezes
ADEMAR FERREIRA BARBOSA - 12/02/2023
Não se caracteriza aí o instituto da legítima desfesa, pois um único tiro poderia conter a vítima. Os outros 5 tiros restantes foram excessos desproporcional ao ato de abordagem, ou seja, foi uma execução sumária mesmo.
Jorge1 - 12/02/2023
Lamentável! A polícia se apresentou para lidar com a situação de uma forma equivocada. Talvez por nervosismo e ao se sentir ameaçado disparou, porém é até aceitável atirar uma vez, mas seis (6) vezes, já é duvidoso para conter alguém. Caberá à Corregedoria da Polícia, em fazer a perícia e também decidir sobre a situação dos policiais, se devem ou não receber acompanhamento psicológico, porque imagino que deve ser uma das profissões mais desgastantes. Ninguém é de ferro.
Roniery Henrique Lima - 12/02/2023
A polícia atirou pois foi ameaçada,e para parar agressão ela atirou e matou se vocês fossem ameaçados e estivessem prestes a morrer o que fariam?
4 comentários