Publicidade

Cuiabá, Sexta-feira 18/09/2020

Polícia - A | + A

caso isabele 03.08.2020 | 15h56

Enfermeiro do Samu afirma que mãe de menor tirou armas do local

Facebook Print google plus
Pablo Rodrigo e Vitória Lopes

redacao@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

O enfermeiro socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) afirmou em primeiro depoimento à polícia, que viu Gaby Cestari, mãe da adolescente de 14 anos que atirou em Isabele Guimarães Ramos, supostamente retirando as armas da família de cima de uma mesa.


O disparo que matou Isabele Guimarães Ramos aconteceu no dia 12 de julho, na casa do empresário Marcelo Cestari, no condomínio Alphaville, em Cuiabá. Após a tragédia, um enfermeiro, que trabalha há 15 anos no Samu, atendeu a ocorrência.


Conforme o depoimento do enfermeiro, o qual o teve acesso, ele relata que chegou à residência e logo notou a presença de diversos materiais de manutenção de arma de fogo em cima da mesa. Além disso, o socorrista ainda não sabia que se tratava de um acidente com disparo de arma de fogo.

 

Leia também - Em depoimento, médico diz que Isabele estava morta há menos de 2 horas


Quando chegou ao closet, ele conta que também não viu nenhuma arma, munição, case ou qualquer outro material bélico. No banheiro, onde estava o corpo da adolescente, estavam presentes Marcelo Cestari, o médico que também mora no condomínio, Manoel Garibaldi, e uma fisioterapeuta, além de uma quinta pessoa que o enfermeiro não soube precisar quem era.


Após a confirmação do óbito pelo médico do Samu, o socorrista desceu as escadas. No entanto, reparou que uma mulher vestida de vermelho, provavelmente a dona da casa, Gaby Cestari, estava retirando os materiais de manutenção de arma de fogo de cima da mesa.

 

"O depoente a orientou a não mexer, pois tratava-se de cena de crime, momento em que uma pessoa, possivelmente o senhor Marcelo Cestari, falou em tom alto e nervoso que podia tirar, pois o fato teria acontecido no banheiro da parte superior, e que, ali (na sala), não tinha nada; Que o depoente saiu e ficou na frente da casa aguardando o trâmite", diz trecho do depoimento. 


Assim que a Polícia Militar chegou na residência, o enfermeiro teve a oportunidade de relatar que viu a mulher retirando os armamentos. Ele até mesmo chegou a mostrar para um policial, em seguida, a mesa em que os materiais estavam.

 

A família Cestari é praticante de tiro esportivo. Em diligências, foram encontradas 7 armas na casa, sendo uma no nome do pai da adolescente que atirou, 4 em processo de documentação junto ao Exército e duas em nome de outra pessoa.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

Denúncias de mulheres contra agressores demoram vir à tona por conta de posição social?

Parcial

Edição digital

Sexta-feira, 18/09/2020

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem

Publicidade

btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 20,95 0,24%

Algodão R$ 90,04 -0,53%

Boi a Vista R$ 137,35 -0,23%

Soja Disponível R$ 69,90 -1,41%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

Publicidade

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados, Gráfica Millenium e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2020 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.