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medida protetiva contra o filho 29.01.2026 | 11h44

'Estou vivendo uma perseguição', diz mãe de prefeito alvo de operação por golpes

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Reprodução SBT

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Adriana Nunes Lunguinho de Almeida, mãe do prefeito de Nossa Senhora do Livramento, Thiago Gonçalo Lunguinho de Almeida, afirmou estar vivendo uma “perseguição” por parte do próprio filho e disse que decidiu quebrar o silêncio após, segundo ela, não suportar mais a situação. As declarações foram feitas após ela ser alvo da Operação Vínculo Quebrado, deflagrada pela Polícia Civil na terça-feira (27).

Em entrevista, Adriana negou que os fatos estejam relacionados a jogos ou dívidas e declarou que os conflitos começaram a partir de desentendimentos familiares. Segundo ela, o filho passou a procurá-la de forma insistente, com ligações e mensagens ofensivas, além de agressões verbais. “Eu decidi quebrar o silêncio porque estou sofrendo uma perseguição do meu filho. Tudo isso que está acontecendo não é por causa de jogos nem de dívida”, afirmou.

Ela relatou que, diante da situação, precisou buscar ajuda na Delegacia da Mulher, onde registrou boletim de ocorrência e solicitou medida protetiva. Adriana disse que entregou provas às autoridades e que, mesmo com a decisão judicial, continua vivendo com medo. “Eu não tô conseguindo ter paz. Ele manda pessoas atrás de mim. Eu tenho medo”, declarou.

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Segundo Adriana, o filho não pode se aproximar diretamente por conta da medida protetiva, mas, conforme relatou, outras pessoas estariam sendo enviadas para intimidá-la. “Agora é outras pessoas que estão vindo. Isso precisa parar. Ele é um homem público e precisa ter sabedoria para ver o que está fazendo”, disse.

Ela também afirmou, durante a entrevista concedida para a emissora filiado ao SBT em Cuiabá, que se sentiu acolhida pela Delegacia da Mulher, mas destacou que a situação afetou profundamente sua vida. “No momento, eu não tô tendo mais vida. Eu só quero paz”, completou.

Enquanto isso, a Polícia Civil segue investigando o caso. Adriana foi submetida a medidas cautelares determinadas pela Justiça, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, restrições de deslocamento e bloqueio de valores. O inquérito apura suspeitas de estelionato e outras fraudes, e as investigações continuam em andamento.

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