MP IRÁ ANALISAR 29.05.2026 | 16h10

maria.klara@gazetadigital.com.br
Reprodução
A Polícia Civil concluiu nesse mês o inquérito que investigava a morte da advogada Viviane Fidélis, encontrada sem vida no apartamento onde morava, em Cuiabá, na noite de 17 de setembro de 2025. A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), apontou que a morte ocorreu por autoeliminação.
Em nota, a Polícia Civil informou que foram realizadas oitivas de diversas testemunhas, perícias no local dos fatos, levantamentos complementares e análise do aparelho celular da vítima. Segundo a instituição, durante a apuração não foi encontrado qualquer elemento que indicasse a participação de terceiros na morte da advogada.
Com a conclusão dos trabalhos investigativos, os autos foram encaminhados ao Ministério Público no dia 4 de maio, órgão responsável por analisar o procedimento e se manifestar sobre eventual arquivamento do caso.
Apesar da conclusão da DHPP, o caso passou por diligências após requisição do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), feita em dezembro de 2025. Entre as medidas determinadas, foi realizado um novo exame de necropsia no corpo da advogada.
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Desde o início das investigações, familiares de Viviane contestam a hipótese de suicídio e vêm cobrando aprofundamento das apurações. Nas redes sociais, a família questionava a condução do caso e a atuação dos órgãos responsáveis pela investigação.
Entre os pontos levantados estava o depoimento do ex-namorado da advogada. Segundo os familiares, ele foi intimado para prestar esclarecimentos, mas não compareceu na data marcada. Em documento encaminhado à investigação, o advogado dele informou que seu cliente se apresentaria posteriormente e que optaria por permanecer em silêncio naquele momento.
Agora, caberá ao Ministério Público analisar o inquérito concluído pela Polícia Civil, bem como os resultados das diligências complementares, antes de decidir sobre os próximos encaminhamentos do caso.
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