LSD E MACONHA 19.04.2020 | 07h05

yuri@gazetadigital.com.br
Reprodução
Investigadores da Polícia Civil buscam elucidar a chacina que vitimou 4 homens em Lucas do Rio Verde (346 km ao Norte de Cuiabá), no final do mês de março. Ao que tudo indica, o crime tem ligação com o tráfico de drogas, apesar nem todas as vítimas estarem envolvidas com a prática.
A casa invadida pelos atiradores na noite de sexta-feira (27) foi alugada por Daniel de Oliveira Gonçalves, 22. O amigo dele, que também atuava como DJ, Ricardo Campos José, 23, estava morando no local há uma semana.
Na noite do crime, estavam ainda Iago Victor, 22 e Diego Luiz Jantsch, 30. Todos foram baleados com vários tiros na cabeça. Um morreu no local e outros 3 chegaram a ser socorridos, mas não resistiram.
Os jovens compartilhavam o gosto pela música eletrônica. Eles frequentavam festas e organizavam 'afters' na região. Durante a investigação, a polícia descobriu que alguns vendiam drogas sintéticas, mas não informou quem são.
A confirmação da evidência da prática de tráfico ficou mais forte quando, durante o isolamento do local do crime, a polícia encontrou várias porções de maconha e de LSD. "Então, ao que tudo indica, eles estavam vendendo maconha também", disse uma fonte ao
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Nenhuma das vítimas tinha passagem criminal, alias, apenas um deles que foi detido em posse de droga, mas a quantidade era mínima e chegou a ser autuado como usuário.
A polícia acredita que os atiradores tinham apenas um alvo e trabalham para identificar quem seria. "Não podemos afirmar nada por enquanto, é uma linha da investigação que tem levado para o acerto de contas por causa do tráfico, ainda estamos em processo de investigação".
Pelo crime, três homens foram presos e um menor de 15 anos apreendido. Polícia não deu detalhes sobre a oitiva dos suspeitos, que em primeiro momento, negaram o crime.
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