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FRIO EM DEPOIMENTO 07.05.2026 | 14h05

Marido matou empresária para ficar com o patrimônio; 'foi claramente financeiro', afirma DHPP

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Maria Klara Duque e Vithória Sampaio

redacao@gazetadigital.com.br

Chico Ferreira

Chico Ferreira

O delegado Caio Albuquerque, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, afirmou que o feminicídio de Nilza Moura de Souza Antunes, 64, teve motivação “claramente financeira”. Para ele, Jackson Pinto da Silva, 38, matou com o objetivo de ficar com o patrimônio da empresária, que atuava no ramo imobiliário e tinha várias propriedades.

 

Um dos elementos que chamou a atenção durante a investigação foi um áudio em que o suspeito contrata um maquinário para cavar o local onde o corpo seria ocultado.

 

“Você percebe a frieza da pessoa. Ele contratando o maquinário tranquilamente, como se estivesse resolvendo algo comum. O interesse era só financeiro mesmo. Claramente financeiro. Não tinha nada de problema de relacionamento ali. Ele matou a mulher para ficar com o patrimônio dela”, pontuou o delegado durante coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira (07).

 

A Polícia Civil solicitou quebra de sigilo bancário para identificar movimentações financeiras realizadas após a morte da vítima. Jackson tentou criar uma falsa narrativa para justificar o assassinato, alegando problemas envolvendo o filho dele. No entanto, a versão foi desmentida por familiares e pessoas próximas ao casal.

 

“Ele argumenta que tinha problema por conta do filho, que a vítima não deixava ver a criança, mas os relatos dos familiares e dos filhos mostram que isso não procedia de forma alguma”, afirmou o delegado.

 

As investigações apontam ainda que houve tentativa de simular um sequestro para dificultar a descoberta do feminicídio. A polícia analisa imagens de câmeras de segurança e investiga a possível participação de outras pessoas na ocultação do corpo e na encenação do crime.

 

Idas e vindas

Segundo relato de uma vizinha, o casal havia oficializado a união em 2024, mas passou por uma separação recente. Nos últimos dias, conforme a testemunha, os dois aparentavam estar rompidos. Ainda assim, não havia sinais de conflitos aparentes entre eles, o que causou choque entre moradores da região. “Moro aqui há anos. Morei na frente da casa da mãe dela. O irmão dela é muito conhecido e respeitado no bairro. Nunca iríamos imaginar uma coisa dessas. Não importa o que tenha acontecido, ninguém merece isso”, disse a mulher.

 

Desaparecimento

Desde a última segunda-feira, imagens de Nilza circulavam nas redes sociais com pedidos de ajuda para localizá-la. Algumas mensagens apontavam um possível sequestro, mas não houve pedido de resgate.  

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