reclamava de dores há dias 11.12.2025 | 15h05

maria.klara@gazetadigital.com.br
Reprodução
A mãe de um aluno de 9 anos denunciou à polícia que seu filho foi vítima de abusos sexuais e agressões por um grupo de colegas de classe, em escola de Cuiabá. O menino começou a se queixar de fortes dores na região anal, mas no primeiro momento não contou o que havia acontecido. Depois, ele revelou a violência à avó diante da insistência em saber o motivo das dores.
O menino relatou que um grupo de 5 garotos da mesma classe, o esperavam no banheiro da escola para cometer os abusos. Além disso, ele era constantemente ameaçado de agressão caso contasse a alguém sobre o que estava acontecendo.
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A mãe conversou com o
e expressou sua revolta e surpresa: "Às vezes, quando ele estava comigo, ele queixava de dor. Mas, assim, eu nunca imaginei uma coisa dessa. Nunca passou isso pela minha cabeça. É uma escola só de crianças."
Após realizar a denúncia, a mãe procurou para solicitar a transferência. A mulher buscou auxílio e informação da coordenação da escola, mas lamenta a falta de retorno e assistência da equipe gestora, que demonstrou ignorar a gravidade da situação.
"Não me deram nenhum retorno. E a diretora ignorou. Só falou que foi encaminhado para a Secretária de Educação e que era para eu procurar informações lá. Falei: 'Se fosse um filho de vocês, a conversa seria diferente' ", afirmou a mãe.
Segundo a denunciante, a escola apenas informou que os agressores têm entre 10 e 12 anos e são da mesma sala que a vítima. A mãe manifestou a necessidade de uma reunião com os pais dos agressores para tomarem ciência do crime cometido contra seu filho, mas a escola não adotou, até o momento, nenhuma medida sobre o caso.
Apesar do trauma, o menino está matriculado em outra escola e, segundo a mãe, "ele está gostando" da nova rotina.
O
procurou a Secretaria Municipal de Educação (SME), mas até a publicação da matéria não houve retorno.
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Maria cleusa de Oliveira De Lai - 15/12/2025
Depois dessa lei ECA o país encheu de bandidos. Outra lei so pra matar as mulhres é lei MARIA DA PENHA .
Maria cleusa de Oliveira De Lai - 15/12/2025
Essa escola deve ser demitida toda a equipe se esse pessoal trabalhasse com direito não teria acontecido isso sabe agirá e moda colegas espancar colegas mais cuidado esse funcionários devia ter por não ganha pouco . Esse povo so vai valorizar o empregos deles quando forem pra rua por justa causa prá serem responsáveis.
Julimar Farias - 13/12/2025
Foram mudar o estatuto, impedindo de colocar essa gurizada para trabalhar, deu nisso. Uma geração de desocupados, perturbados, influenciados e manipulados. São frutos da internet, sem vigilância, fora de controle. Um problema social, triste, lamentável. Temos que devolver o poder para os pais.
ISABEL GOMES PINTO FEITOSA DE FREITAS - 12/12/2025
PRECISA CHAMAR OS PAIS DESSES DELINQUENTES E FAZEREM TOMAREM POSIÇÕES, SENÃO SERÃO FUTUROS MONSTROS. A ESCOLA TAMBÉM PRECISA SER ACIONADA E ARCAR COM AS CONSEQUENCIAS DE SUA TOTAL FALTA DE COMPETENCIA.
PEDRO - 11/12/2025
Medidas drásticas tem que ser tomadas, a começar pela demissão sumária da equipe gestora da unidade escolar pela omissão num assunto de tamanha gravidade. Imagine quantas outras crianças não devem ter passado. Os pais dessas crianças agressoras devem ser punidos e esses futuros estupradores devem ser encarcerados numa unidade socioeducativa. A SEDUC deve tomar medidas urgentes.
marcos antonio barros - 11/12/2025
Se ees menino tiver pai , o pai deve saber o que fazer com os agressores com certeza eu sei o que faria .ANtes avisaria a familia dos mesmos
6 comentários