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Cuiabá, Quarta-feira 23/09/2026

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UM PRESO EM FLAGRANTE 23.09.2026 | 07h02

Operação mira facção e bloqueia R$ 3 milhões do tráfico em Cuiabá

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Divulgação

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A Polícia Civil de Mato Grosso bloqueou e determinou o sequestro de bens avaliados em quase R$ 3 milhões durante a Operação Corixo, deflagrada nesta quarta-feira (23), contra um grupo criminoso ligado a uma facção e investigado por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro na Região Metropolitana de Cuiabá. Uma pessoa foi presa em flagrante por tráfico durante o cumprimento das ordens judiciais.

 

A operação foi conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (Denarc), que cumpriu nove mandados de busca e apreensão. A Justiça também autorizou a quebra do sigilo fiscal dos investigados.

 

As medidas cautelares foram determinadas pelo Núcleo do Juízo das Garantias de Cuiabá e têm como objetivo atingir a estrutura financeira do grupo e impedir que os investigados continuem utilizando bens adquiridos com recursos provenientes de atividades criminosas.

 

As investigações começaram em 2024, após buscas realizadas contra um casal. A partir da análise do material apreendido na ocasião, os policiais aprofundaram as apurações e identificaram uma movimentação financeira considerada incompatível com as atividades declaradas pelos investigados.

 

Segundo a Polícia Civil, os levantamentos apontaram características de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas, com recursos sendo movimentados para ocultar ou dissimular a origem ilícita.

 

O sequestro patrimonial busca descapitalizar o grupo criminoso, atingindo os recursos utilizados para manter as atividades relacionadas ao tráfico de drogas.

 

O material apreendido durante a operação será analisado pela equipe da Denarc. As investigações continuam com o objetivo de identificar todos os envolvidos e localizar outros bens que possam ter sido adquiridos com dinheiro de origem ilícita.

Nome da operação

 

O nome “Corixo” faz referência aos canais naturais característicos do Pantanal mato-grossense, que ligam rios, baías e lagoas.

 

A denominação faz alusão, segundo a Polícia Civil, aos caminhos utilizados pelo grupo criminoso para fazer circular e dissimular os valores obtidos com as atividades ilícitas.

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