motivo ainda é mistério 27.03.2026 | 17h13

maria.klara@gazetadigital.com.br
Reprodução
A investigação sobre a morte de Estefany Pereira Soares,17, ganhou novos desdobramentos após a prisão de Mariane Mara da Silva, companheira do principal suspeito do crime, Marcos Pereira Soares, irmão da vítima. A menor foi assassinada e o corpo jogado em um córrego do Três Barras, no começo do mês.
Durante seu depoimento, após a prisão na quinta-feira (26), Mariane admitiu que era dela a peça de roupa encontrada enrolada no pescoço da vítima. O item, um macacão, foi reconhecido pela própria suspeita como sendo de sua propriedade e que estaria em sua residência, localizada no mesmo bairro onde o crime ocorreu.
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A Polícia Civil também realizou uma acareação entre Mariane e Marcos, com o objetivo de esclarecer contradições nos depoimentos. Após o confronto de versões, a investigada pediu para conversar reservadamente com a autoridade policial e confessou que havia omitido informações importantes.
Entre os pontos admitidos, Mariane confirmou que Estefany entrou em contato com ela dias antes do crime, por volta de 7 de março. Na ocasião, segundo a suspeita, houve troca de ofensas, e ela chegou a chamar a vítima de “vagabunda” em conversa com Marcos.
Além disso, a mulher também reconheceu que mentiu ao negar que teria seguido o companheiro no dia do crime. Posteriormente, ela confirmou que utilizou um carro de aplicativo para ir atrás de Marcos na tarde do dia 10 de março, data em que o homicídio ocorreu.
As novas informações reforçam os indícios de participação de Mariane no crime, que agora é investigado não apenas como feminicídio, mas também com possível envolvimento de mais de uma pessoa na execução. A motivação segue desconhecida.
A Polícia Civil segue com as investigações para esclarecer a dinâmica do crime e o grau de participação de cada envolvido.
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