prazo inicial de 90 dias 24.03.2026 | 17h24

redacao@gazetadigital.com.br
Reprodução
Bolsonaristas de Mato Grosso comemoraram, nesta terça-feira (24), a autorização da prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por um prazo inicial de 90 dias. Ele estava preso na Papudinha e ficará detido em casa com uso de tornozeleira eletrônica.
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A decisão do ministro Alexandre de Moraes se dá em razão da saúde de Bolsonaro, que ficou internado por conta de uma broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões. O ex-presidente na sua casa, localizada em um condomínio em Brasília, e terá que usar tornozeleira eletrônica e ficará proibido de usar redes sociais e de gravar áudios ou vídeos.
Nas redes sociais, o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), festejou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). "Bolsonaro voltará para casa", ele publicou.
Os deputados federais Coronel Assis, Coronel Fernanda e Rodrigo da Zaeli, todos do PL-MT, também comemoraram a decisão de Moraes, especialmente por conta do frágil estado de saúde atual de Bolsonaro.
"Em meio à tantas dificuldades de saúde, veio um respiro. A prisão domiciliar temporária renova nossa esperança de que tudo vai se resolver e de que ele ficará melhor", escreveu Coronel Fernanda.
"A decisão trouxe alívio para milhões de brasileiros e mato-grossenses que acompanham com preocupação sua situação [a de Bolsonaro] de saúde", apontou Rodrigo da Zaeli.
O deputado federal José Medeiros (PL), por outro lado, adotou um tom diferente de seus correligionários. Ele afirmou que a prisão domiliciliar "alivia, mas está longe de fazer justiça".
"Essa situação impede qualquer tipo de comemoração. A decisão do ministro [Alexandre de Moraes] não muda em nada o absurdo de uma condenação sem provas", contestou Medeiros.
O vereador Rafael Ranalli (PL) também celebrou a decisão que ele chama de uma "vitória".
"A justiça tarda mas não falha", ele publicou em sua rede social.
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