DISCURSO ALINHADO 13.05.2026 | 18h50

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Montagem/GD
O deputado federal José Medeiros (PL) e o senador Rafael Ranalli (PL) foram os primeiros a sair em defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL) depois da divulgação de um áudio em que ele pede dinheiro ao empresário Daniel Vorcaro. Ele é ex-dono do Banco Master, liquidado pelo Banco Central devido a uma série de irregularidades. Vorcaro está preso em Brasília.
Conforme o áudio divulgado pelo site The Intercept, o senador manda mensagem cobrando o pagamento de quantia não citada que seria usada para o financiamento do filme “Dark Horse”, que conta a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Para Medeiros, que cobrou a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), a notícia parte de um veículo que atua como uma “sucursal” do Partido dos Trabalhadores (PT) na imprensa. “O Intercept é praticamente uma sucursal do PT e faz parte da bateria. Daí não vir nada que preste, então esse é o primeiro de muitos ataques que vão vir, mas não temos nada a esconder”, afirmou ao
.
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Para Meideros, a justificativa apresentada pelo senador Bolsonaro é plausível: tratava-se da busca de recursos para o financiamento do filme, já que não foi adotada a prática de pedir o apoio por meio da Lei Rouanet. Além disso, conforme Medeiros, não se tinha ainda conhecimento sobre a dimensão do escândalo envolvendo o Master e o seu dono.
“Não foi uma coisa como o contrato da esposa de Alexandre de Moraes ou qualquer outra coisa”, disse Medeiros, que destacou que a divulgação do áudio em nada vai atrapalhar o projeto de Flávio, porque as pessoas vão entender que ele está falando a verdade.
“O que vai ter é oportunistas de lá e de cá querendo tomar o lugar do Flávio, mas isso não vai acontecer”, disse. Medeiros disse, também, que acredita que a campanha será baixa, com ataques “abaixo da linha da cintura o tempo inteiro”.
Ao
, Wellington Fagundes afirmou também que defende que a CPI seja instalada para que o caso seja apurado com a seriedade necessária. Disse também que uma pessoa não pode ser condenada com base em uma manchete ou narrativa de ocasião.
“Eu já havia assinado a CPI do Banco Master porque entendo que esse caso precisa ser apurado com seriedade. Não é uma posição de ocasião. É uma posição de responsabilidade. Quem errou deve responder. Quem não errou não pode ser condenado por manchete ou narrativa política. A CPI é justamente o instrumento para separar fatos de versões, com transparência, sem seletividade e respeitando o devido processo legal”, afirmou.
Em vídeo postado nas redes sociais, Flávio disse que conheceu Vorcaro após o mandato do pai e que nunca agiu para beneficiá-lo de modo algum. Afirmou que a cobrança registrada no áudio diz respeito ao patrício do filme.
“Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro”, disse o senador.
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