PRÓXIMA SEMANA 16.05.2026 | 14h00

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A deputada federal Coronel Fernanda (PL) vai reunir representantes do setor energético, especialistas e autoridades em uma audiência pública para discutir os impactos da alta dos combustíveis na inflação e no abastecimento nacional. O debate será realizado no próximo dia 20 de maio, às 16h, no Plenário 14 da Câmara dos Deputados, em Brasília.
Promovida no âmbito da Comissão de Minas e Energia, a audiência é organizada pelo movimento Livre Mercado e terá como foco os reflexos econômicos, fiscais e regulatórios das medidas adotadas pelo Governo Federal para o setor de combustíveis, especialmente as Medidas Provisórias nº 1.340, nº 1.343 e nº 1.349/2026.
Segundo a parlamentar, o aumento constante dos combustíveis tem provocado efeitos diretos no custo de vida da população brasileira. “Os brasileiros estão sentindo diariamente no bolso os impactos da alta dos combustíveis. Quando o diesel sobe, sobe o frete. Quando a gasolina aumenta, aumenta o custo de vida. E quem paga essa conta é a população, especialmente os trabalhadores e as famílias mais humildes”, afirmou Coronel Fernanda.
O encontro ocorre em meio ao cenário de instabilidade no mercado internacional de energia e à pressão inflacionária que vem impactando diretamente o bolso dos brasileiros.
A expectativa é que o debate reúna parlamentares, representantes do setor produtivo e especialistas para avaliar a efetividade das ações adotadas pelo governo federal diante da crise logística no Oriente Médio e dos efeitos sobre os preços dos combustíveis.
De acordo com a deputada, a audiência busca ampliar o diálogo técnico sobre as medidas econômicas adotadas pelo governo e seus impactos no setor energético. “Nosso objetivo é ouvir especialistas, representantes do setor produtivo e autoridades para compreender os impactos econômicos, fiscais e regulatórios das Medidas Provisórias nº 1.340, nº 1.343 e nº 1.349/2026”, destacou.
A parlamentar também defendeu a necessidade de medidas que garantam estabilidade ao setor e proteção ao consumidor. “O Brasil precisa de equilíbrio, segurança energética e previsibilidade para proteger a economia e garantir que o cidadão não continue sendo penalizado. Esse debate é fundamental para buscarmos soluções responsáveis, que preservem o abastecimento, combatam a inflação e tragam mais estabilidade para o país”, concluiu.
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