OPERAÇÃO DA PF MUDOU PLANOS 12.08.2026 | 09h00

fred.moraes@gazetadigital.com.br
Fred Moraes/GD
Fora da disputa pela vice-governadoria na chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos), o deputado federal Fábio Garcia (União Brasil) afirmou que não teme uma eventual perda de votos por ter priorizado outros projetos políticos e deixado sua reeleição para a Câmara dos Deputados em segundo plano.
Em entrevista à imprensa, após anunciar sua saída da composição da chapa de Pivetta, o deputado afirmou que não vê prejuízos com a mudança de projeto eleitoral para este pleito. Garcia disse ainda que tem recebido manifestações de apoio de eleitores e aliados, inclusive durante o período em que o grupo governista avaliava sua permanência na chapa.
“Tenho recebido milhares de mensagens de apoio de pessoas dizendo que estão comigo em qualquer circunstância. Nós temos serviço prestado. Portanto, nós vamos continuar contando com aqueles que acreditam no nosso projeto. Vou focar na minha candidatura de deputado”, declarou.
Questionado sobre uma possível resistência dentro do União Brasil à sua candidatura, já que seu padrinho político, o ex-governador Mauro Mendes, lançou a esposa, Virginia Mendes, para disputar uma vaga na Câmara Federal, Garcia negou qualquer problema e afirmou que nunca houve entrave em relação às duas candidaturas.
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“Vou focar na minha candidatura de deputado. Nunca teve esse entrave diante da candidatura de Virgínia”, garantiu.
Fora da composição majoritária, Garcia também afirmou não carregar sentimento de injustiça em relação ao grupo político. Ele lembrou que já ocupou diferentes funções públicas ao longo da carreira.
“Dentro desse grupo político, eu fui secretário de governo da Prefeitura de Cuiabá, fui deputado federal, fui senador da República, fui chefe da Casa Civil do Governo do Estado de Mato Grosso. Não posso ter sentimento de injustiça com o meu grupo”, afirmou.
Garcia deixou a chapa de Otaviano Pivetta após ser atingido por medida cautelar imposta pelo ministro Flávio Dino, no âmbito da Operação Heritage. A decisão também alcança Mauro Mendes e outras 23 pessoas e proíbe a comunicação entre os envolvidos. Segundo o deputado, a medida criou dificuldades para a condução da campanha e levou os presidentes dos partidos que integram a coligação a pedirem uma reavaliação de sua candidatura a vice.
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O ATALAIA - 12/08/2026
Fabinho tem serviços prestados sim, ao governador MM, a quem foi subserviente durante todo o período em que esteve na casa civil. Fabinho não atuou como secretário de estado, mas sim de interesses não republicanos revelados e confirmados na operação Heritage, que vai fazer um ponto de equilíbrio na política que ainda a muito pendente para o lado de MM. O cidadão mato-grossense espera que a justiça seja feita.
alvaro figueiredo - 12/08/2026
Oi Fabio Master. Agora pode gastar os 308 milhões da Oi que vai passar vergonha kkk
valfredo - 12/08/2026
ai eu não ficou claro ele é vice do Pivetta o que tem haver com o Mauro Mendes que é candidato ao senado
3 comentários