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Política de MT - A | + A

ATÉ SETEMBRO 07.09.2020 | 08h08

Ministro dá ultimato para que Mendes apresente propostas sobre VLT

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Lázaro Thor Borges

lazaro@gazetadigital.com.br

Chico Ferreira

Chico Ferreira

O ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, informou à reportagem do jornal A Gazeta, em entrevista exclusiva, que o governador Mauro Mendes (DEM) tem até o final de setembro para apresentar uma proposta sobre o que fará com a obra inacabada do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande.

 

O ministro também informou que não comentará sobre a decisão do governador de transformar o VLT em Bus Rapid Transit, o BRT, que volta a ser discutido para Cuiabá. Durante a visita que Marinho fez a Cuiabá na segunda-feira (31/8), para inauguração de casas em Cuiabá e Várzea Grande.

 

“Eu não posso falar no campo das hipóteses, o que eu posso dizer é que tudo depende do governador informar via ofício, enviar uma proposta e um projeto preliminar de forma realmente oficial ao Ministério de Desenvolvimento Regional até o final de setembro para que a partir daí nós possamos tomar uma decisão e discutir o que pode ser feito”, afirmou o ministro em entrevista por telefone.

 

Na edição da última sexta-feira (4) o jornal A Gazeta noticiou, também com exclusividade, que o governador informou ao ministro e a correligionários seu desejo de não retomar as obras do VLT e transformar o projeto em BRT, da forma como foi primordialmente pensado antes das Obras da Copa do Mundo de 2014.

 

Mauro Mendes explicou, na ocasião do encontro, que a decisão pelo VLT foi incorreta desde o início e que a continuidade das obras seria uma forma de coroar um dos maiores escândalos de corrupção de Mato Grosso, liderados pelo ex-governador Silval Barbosa. Quando o assunto é VLT, o governador Mauro Mendes afirma formalmente apenas o que tem repetido desde o início do mandato, que “não há nada resolvido” sobre o assunto.

 

Rogério Marinho não quis comentar sobre a decisão porque, segundo o ministro, a pasta só poderá se posicionar quando alguma decisão for tomada de forma definitiva pelo governo estadual. Para isso, o ministro quer que a decisão tomada pelo governador, seja lá qual for, seja enviada até o final de setembro.

 

A decisão de Mauro Mendes deve ser baseada nos trabalhos realizados por uma comissão do VLT formada pelo Grupo de Trabalho criado em julho de 2019 pela Secretaria Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos (Semob), com integrantes do governo estadual. O grupo conclui os trabalhos apenas no dia 10 de março de 2020. Os detalhes sobre os resultados do trabalho não foram divulgados até hoje.

 

“A comissão fez uma série de proposições ao governador, uma série de propostas que ele deve avaliar, são possibilidades diversas que caberá ao governo estadual avaliar cada uma”, afirmou o ministro. “Não sei dizer ao certo quais foram as propostas, não lembro de cabeça, mas a informação que eu tenho é que estes resultados já foram apresentados ao governador”, concluiu o ministro.

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Comentários

Dos Santos - 07/09/2020

Se for optar pelo BRT, então não faça nada, ou melhor, alargue as vias ou construa ciclovias,pelo menos terá mais utilidade. Porque qualquer Itapipoca do nordeste possui esse ônibus sanfonado. Engana-se quem acha que a construção do BRT será mais barato, ele mais largo que o VLT, será necessário mais desapropriações, principalmente em pontos de estações, onde é preciso duas pista para ultrapassagem de ônibus.

Benedito costa - 07/09/2020

Hoje depois de tantas idas e vindas, sou a favor do BRT. Pra Cuiabá o VLT é inviável.

OLIVEIRA CUIABANO - 07/09/2020

O GOVERNO MUDA DE VLT PARA BRT MAS TEM QUE PAGAR O DINHEIRO QUE JÁ FOI DESENBOLSADO PARA O ESTADO PAGAR AS EMPRESAS, O QUE ME DEIXA SEM ENTENDER E QUE O GOVERNO FEZ O TAL RDC PARA FACILITAR AS OBRAS DA COPA E NAS ALEGAÇÕES E QUE ESTE TIPO DE CONTRATAÇÃO NÃO HAVERIA ADITIVO DE VALOR, AI A EMPRESA PEDE MAIS 1 BILHÃO PARA FINALIZAR AS OBRAS. O GOVERNO DO ESTADO TEM QUE EXECUTAR AS EMPRESAS QUE GANHARAM A LICITAÇÃO E SÃO DETENTORA DO CONTRATO PORQUE O GOVERNO NÃO DEVE TER PEDIDO MAIS REFORÇO DE GARANTIA DO CONTRATO DAS OBRAS AI ESTA TUDO VENCIDO E NÃO TEM COMO EXECUTAR. PORQUE O GOVERNO NÃO PEDE UMA GARANTIA REAL PARA AS OBRAS DE GRANDE VOLUME ELE PEDE SOMENTE DE 3% A 10% DO VALOR DO CONTRATO AI A EMPRESA RECEBE 80% DO CONTRATO E LARGA TUDO PARA LÁ. EU PERGUNTO PORQUE O GOVERNO NAO EXECUTADA E BLOQUEIA TODOS OS BENS DOS ENVOLVIDOS DESDE OS FISCAIS, DIRETORES DE OBRAS, SUPERINTENDENTE E SECRETARIA, PRINCIPALMENTE O GOVERNADOR DA EPOCA SINVAL. TAMBÉM EXECUTAR TODOS OS DIRETORES E EMPRESAS DO CONSORCIO VLT. AI SIM SERIA REBOLSADO O DINHEIRO PAGO MAS COMO NESSE PAIS SEMPRE AO FAZER UM CONTRATO PRIMEIRO PENSA QUANDO E QUE VOU RECEBER DE BERE NUNCA POE AS CLAUSULAS CORRETAS SEMPRE DEIXA UM FURO PARA A EMPRESA NÃO SER PROCESSADA VAMOS LÁ MT FAZER A LIÇÃO DA CASA

aureo piratello - 07/09/2020

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