Publicidade

Cuiabá, Segunda-feira 20/04/2026

Política Nacional - A | + A

4 ministros 05.01.2023 | 09h00

Ao menos 4 ministros de Lula votaram a favor do impeachment de Dilma Rousseff

Facebook Print google plus

Ao menos quatro ministros do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram favoráveis ao impeachment de Dilma Rousseff (PT), em 2016. À época, André de Paula, agora titular da Pesca e Aquicultura, e Juscelino Filho, chefe da pasta das Comunicações, eram deputadoes federais e votaram a favor do impedimento da petista.

 

Simone Tebet, atual ministra do Planejamento e Orçamento, era senadora e também concordou com a deposição de Dilma.
Carlos Fávaro, titular da Agricultura e Pecuária, era vice-governador de Mato Grosso à época da votação do impeachment, mas participou de manifestações populares pelo impedimento de Dilma, inclusive com postagens nas redes sociais.

 

Leia também - Governo Lula não voltará com imposto sindical; diz ministro do Trabalho Marinho


Os três ministros que eram do Congresso Nacional em 2016 — Simone Tebet, André de Paula e Juscelino Filho — também votaram, em 2016, a favor do teto de gastos, modificado por Lula ainda na fase de transição do novo governo por meio da PEC (proposta de emenda à Constituição) do estouro, que tem a finalidade de bancar promessas de campanha como o Bolsa Família a R$ 600 mais R$ 150 para cada criança de até 6 anos das famílias beneficiárias.


Pronunciamentos


Entre os parlamentares que hoje são ministros de Lula e que votaram pelo impeachment de Dilma, as justificativas para o ato concentravam-se em princípios morais. Durante seu voto, André de Paula destacou "a ética e a decência" na política.
Juscelino Filho atribuiu a posição a "um futuro melhor para o nosso Brasil", enquanto Tebet citou "consequências nefastas a esta e às futuras gerações que pagarão esta conta, fruto dessa irresponsabilidade fiscal, por todo o mal que causou e está causando à população brasileira" e à "esperança de melhores dias".

 

Críticas


Em 2016, em reação à deposição de Dilma Rousseff, aliados da então presidente e de Lula chamaram de golpe o processo que institutiu Michel Temer (MDB) como presidente.

 

Na mesma linha, os apoiadores dos petistas, inclusive de movimentos sociais, classificaram a medida que limitava os gastos públicos de "PEC do fim do mundo" e "da morte".

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

Você consegue dedicar tempo para um hobby

Parcial

Publicidade

Edição digital

Segunda-feira, 20/04/2026

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 66,90 0,75%

Algodão R$ 164,95 1,41%

Boi à vista R$ 285,25 0,14%

Soja Disponível R$ 153,20 1,06%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2022 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.