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Política Nacional - A | + A

Decisão 26.08.2020 | 20h00

Bolsonaro critica proposta do Renda Brasil e diz que projeto está suspenso

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Carolina Antunes/PR

Carolina Antunes/PR

O presidente da República, Jair Bolsonaro, criticou publicamente a proposta do ‘Renda Brasil‘, apresentada a ele pela equipe econômica esta semana. Bolsonaro afirmou que o projeto está suspenso e que não vai ‘tirar (recursos) dos mais pobres‘ para abastecer o novo programa, apresentado como substituto do Bolsa Família.

 

‘Ontem discutimos a possível proposta do Renda Brasil. E eu falei ’está suspenso’, vamos voltar a conversar. A proposta, como a equipe econômica apareceu para mim não será enviada ao Parlamento. Não posso tirar de pobres para dar a paupérrimos. Não podemos fazer isso aí‘, disse Bolsonaro, durante evento em Minas Gerais, no final da manhã desta quarta-feira, 26.

 

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Como mostraram o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) e o jornal O Estado de S. Paulo, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ao presidente que para chegar ao benefício médio de R$ 300, como quer

Bolsonaro, é preciso cortar deduções de saúde e educação do Imposto de Renda. Atualmente, o valor médio pago pelo programa criado na gestão petista é de R$ 190.

 

Bolsonaro também confirmou que a ideia da equipe econômica era usar o dinheiro que hoje paga o abono salarial de trabalhadores para bancar parte do Renda Brasil, mas deixou claro que não gostou da possibilidade. ‘Por exemplo, a questão do abono para quem ganha até dois salários mínimos, que seria como um décimo quarto salário... Não podemos tirar isso de 12 milhões de pessoas para dar a um Bolsa Família, um Renda Brasil, seja lá o que for o nome do programa‘, disse.

 

O presidente afirmou que o ‘melhor programa para o País‘, na visão dele, é a geração de empregos. ‘Ou o Brasil começa a produzir, a fazer um plano que interessa a todos nós, que é o emprego, ou estamos fadados ao insucesso. Não posso fazer milagre.‘

 

Bolsonaro também afirmou que as novas parcelas do auxílio emergencial devem ficar acima dos R$ 200 defendidos inicialmente pela equipe econômica, mas abaixo dos atuais R$ 600 destinados aos trabalhadores informais durante a pandemia da covid-19. ‘O valor não será nem R$ 200, nem R$ 600, estamos discutindo com a equipe econômica‘, afirmou o presidente.

 

‘O auxílio emergencial custa aproximadamente R$ 50 bilhões por mês. É uma conta pesada. Sabemos que os R$ 600 é pouco para muitos que recebem, mas é muito para o país que se endivida. E, lamentavelmente, como é emergencial temos que ter um ponto final nisso‘, declarou ele, na cerimônia desta quarta.

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