Publicidade

Cuiabá, Quinta-feira 19/03/2026

Política Nacional - A | + A

Declaração 12.01.2021 | 08h16

Bolsonaro diz que não pode mudar país 'sozinho' e gastar acima do teto

Facebook Print google plus

Reprodução/Youtube

Reprodução/Youtube

Seis dias após ter dito que o Brasil está "quebrado", o presidente da República, Jair Bolsonaro, voltou a apontar o estado das contas públicas como um fator que limita sua atuação no cargo. Na segunda-feira (11), o mandatário alegou que não vai mudar o país "sozinho" e afirmou que não pode promover despesas além do teto de gastos, apesar de alguns quererem, nas suas palavras, que ele faça "milagre".

 

A apoiadores, Bolsonaro se queixou de que não seria fácil administrar o país com poucos recursos, quadro que ele atribuiu à emenda constitucional que limita o aumento dos gastos públicos à inflação do ano anterior.

 

Leia também - Aras facilita compartilhamento de dados do acervo da Lava Jato

 

"Cada vez menos recursos com a lei do teto e fazendo mais. Alguns querem que eu minta 'ah, o Brasil está uma maravilha'. Não está uma maravilha", disse o presidente. "Sabe a nossa dívida interna quando é que está? R$ 5 trilhões. Isso é sinônimo que estamos bem ou estamos mal?", questionou. Ele apontou 2020 como um ano "perdido".

 

O chefe do Planalto falou, ainda, de um acordo que teria sido assinado com o Japão em torno de pesquisa tecnológica envolvendo o desenvolvimento de baterias com nióbio e grafeno, dois tipos de minério que Bolsonaro há anos faz questão de exaltar. Na sua visão, o país que conseguir desenvolver uma "superbateria" com nióbio e grafeno conseguiria o "invento do século". Nesse caso, para ele, o preço do petróleo iria "lá para baixo".

 

'Imbrochável'

Em meio a pedidos de impeachment acumulados na gaveta da Presidência da Câmara e a críticas por sua postura e suas atitudes em relação à pandemia de covid-19, Bolsonaro ainda declarou: "Vocês não sabem o tamanho da minha paciência, eu sou imbrochável, então vão ter que me aturar, só papai do céu me tira daqui. Mais ninguém.(sic)"

 

Crítica a prefeitos e governadores

Assim como vem fazendo desde a chegada da pandemia de covid-19 ao Brasil, Bolsonaro criticou nesta segunda-feira prefeitos e governadores que adotaram restrições ao funcionamento do comércio como medidas de enfrentamento à propagação do vírus. Ele chegou a insinuar que gestores teriam "roubado" emprego dos trabalhadores.

 

"Quem roubou emprego de vocês? Foi eu (sic)? Eu fechei alguma coisa? Não fechei nada", disse o presidente da República a apoiadores. "Fecharam tudo e, agora, estou vendo alguns prefeitos fechando novamente, como o de Belo Horizonte (Alexandre Kalil). Vão fechar aí restaurantes, bares, fechando para quê?", questionou em conversa com apoiadores.

 

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

O posicionamento político de uma empresa ou figura pública influencia na sua decisão de consumo?

Parcial

Publicidade

Edição digital

Quinta-feira, 19/03/2026

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 66,90 0,75%

Algodão R$ 164,95 1,41%

Boi à vista R$ 285,25 0,14%

Soja Disponível R$ 153,20 1,06%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2022 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.