Publicidade

Cuiabá, Sexta-feira 19/06/2026

Política Nacional - A | + A

crime de coação 19.06.2026 | 14h35

Departamento dos Estados Unidos diz que condenação de Eduardo é ‘perseguição’

Facebook Print google plus

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Departamento de Estado dos Estados Unidos criticou a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e afirmou que a decisão representa o mais recente episódio de um “padrão de perseguição” da Justiça brasileira contra a oposição.

 

“Este é o mais recente episódio de um padrão de perseguição e de lawfare [uso político do sistema de Justiça] por parte dos tribunais brasileiros contra sua oposição política. Os debates políticos devem ser resolvidos por meio de eleições democráticas, e não por condenações“, declarou um porta-voz do Departamento de Estado em manifestação enviada ao R7 nesta sexta-feira (19).

 

Leia também - Flávio lança plano de segurança e propõe uma redução maior da maioridade penal


Na última terça-feira (16), a Primeira Turma do STF condenou Eduardo por unanimidade. Os ministros consideraram que o ex-deputado cometeu o crime de coação no curso do processo ao atuar para interferir no julgamento da ação penal em que o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi condenado por tentativa de golpe de Estado.

 

Segundo o Supremo, ficou comprovado que Eduardo utilizou sua influência política nos Estados Unidos para buscar sanções contra ministros da Corte e contra o Brasil, com o objetivo de pressionar os magistrados e dificultar o andamento do processo.


A Primeira Turma fixou a pena em quatro anos e dois meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, além de 50 dias-multa, no valor de dois salários mínimos por dia.

 

O STF também declarou a inelegibilidade de Eduardo desde a data da condenação até oito anos após o cumprimento da pena. Os ministros ainda determinaram a perda de seu cargo de escrivão da Polícia Federal.


Trump comentou caso de Eduardo
Na quarta-feira (17), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificou o ambiente político brasileiro como “perigoso” e “desagradável” e se confundiu ao comentar a situação envolvendo Eduardo.

 

Durante entrevista coletiva concedida após o encerramento da cúpula do G7, realizada na França, o republicano afirmou, de forma equivocada, que “Bolsonaro Jr.” havia sido preso por fazer uma declaração no Texas.


Trump respondeu a uma pergunta sobre sua conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com quem se reuniu durante o encontro de líderes do G7. “Passei bastante tempo com ele, na verdade. O país ficou um pouco complicado, não é? Politicamente, ficou um pouco perigoso”, afirmou, referindo-se ao Brasil.

 

“Ouvi dizer que prenderam alguém que está concorrendo a um cargo hoje. Fiquei sabendo disso depois que saímos. Eu tinha acabado de me despedir dele [Lula] e ouvi dizer que prenderam o Bolsonaro Jr. Ele estava indo bem nas pesquisas e o prenderam porque fez uma declaração no Texas. Prenderam ou querem prendê-lo. Existe alguma ordem para prendê-lo”, acrescentou.

Voltar Imprimir

Publicidade

Comentários

Enquete

Você acredita que nesta Copa o hexa vem?

Parcial

Publicidade

Edição digital

Sexta-feira, 19/06/2026

imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
imagem
btn-4

Indicadores

Milho Disponível R$ 66,90 0,75%

Algodão R$ 164,95 1,41%

Boi à vista R$ 285,25 0,14%

Soja Disponível R$ 153,20 1,06%

Publicidade

Classi fácil
btn-loja-virtual

Publicidade

Mais lidas

O Grupo Gazeta reúne veículos de comunicação em Mato Grosso. Foi fundado em 1990 com o lançamento de A Gazeta, jornal de maior circulação e influência no Estado. Integram o Grupo as emissoras Gazeta FM, FM Alta Floresta, FM Barra do Garças, FM Poxoréu, Cultura FM, Vila Real FM, TV Vila Real 10.1, TV Pantanal 22.1, o Instituto de Pesquisa Gazeta Dados e o Portal Gazeta Digital.

Copyright© 2022 - Gazeta Digital - Todos os direitos reservados Logo Trinix Internet

É proibida a reprodução do conteúdo desta página em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem a devida citação da fonte.