200 pessoas no local 15.03.2021 | 09h21
Reprodução
MC Gui negou que o local onde foi detido, na madrugada do domingo (14), fosse um cassino clandestino. Cerca de 200 pessoas participavam do evento, em um bairro nobre na zona sul de São Paulo, mesmo com o agravamento da pandemia do novo coronavírus.
De acordo com uma nota oficial, enviada pela empresária e mãe do cantor, Claudia Castanheira, o artista "já prestou os esclarecimentos necessários e colaborou com o que foi solicitado, a quem de direito."
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"Diferentemente do que está sendo veiculado, o local onde encontrava-se o cantor MC Gui tratava-se de uma casa de Pôquer, que foi fechada pela Vigilância Sanitária, em decorrência da decretação de fechamento de locais públicos", diz um dos trechos do texto.
Além disso, a equipe do músico ressaltou que por enquanto ele não vai se manifestar sobre o que aconteceu. "Esclarecendo, para que a vigilância possa atuar no fechamento e retirada das pessoas do local, necessitam acionar autoridades locais, a fim de evitar maiores tumultos. O artista já prestou os esclarecimentos necessários e colaborou com o que foi solicitado, a quem de direito", completou.
Segundo a Polícia Civil, além do funkeiro, o atacante do Flamengo, Gabriel Barbosa, conhecido como Gabigol, também estava no local. O evento acontecia em meio à pandemia de covid-19 na capital e durante a fase vermelha do Plano SP para conter a disseminação do novo coronavírus.
Imagens divulgadas pelo Procon-SP mostram as pessoas no cassino durante a atuação das autoridades. Além de bebidas alcoólicas, o local também tinha buffet com diversas comidas e comercializava cigarros.
Os detidos foram encaminhados ao DPPC (Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania), onde assinaram um termo circunstanciado por crime contra a saúde pública e foram liberados.
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