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influenciadores visados 21.05.2026 | 17h43

Rico diz ser perseguidos após prisão de Deolane

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Reprodução/Instagram/@ricomelquiades/@deolane

Reprodução/Instagram/@ricomelquiades/@deolane

A prisão de Deolane Bezerra, na manhã desta quinta-feira (21), segue causando revolta entre os amigos famosos da advogada… e Rico Melquiades foi um dos que mais se exaltou nas redes sociais. 

 

O campeão de A Fazenda 13 usou o Instagram para defender Deolane e afirmar que “influenciadores” são perseguidos no Brasil.

 

“Isso já virou perseguição. Mãe solo, independente, que não depende de macho nenhum… vai presa. Esse é o Brasil em que a gente vive: a mulher que trabalha, paga seus impostos e tenta vencer na vida acaba sendo tratada como criminosa. Quem tem que estar na cadeia não está”, escreveu Rico.

 

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Mas ele não parou por aí. Nos stories, o “influenciador” continuou revoltado e criticou as operações policiais envolvendo famosos.

 

“Cada dia que passa dá mais vergonha ser brasileiro. Hoje em dia, os papéis foram invertidos, os influenciadores que são os criminosos. E os criminosos e bandidos de verdade são [considerados] pessoas honestas e de família”, disparou. 

Em seguida, Rico voltou a defender os “influenciadores” investigados e reclamou da repercussão das prisões.

 

“Quem realmente deve ser preso e ser acordado de manhã com a polícia na porta, não é. Mas hoje em dia os influenciadores são tudo presos (sic), são tudo (sic) criminoso, bandido”, queixou-se.

 

No fim, ele ainda sugeriu que as operações teriam relação com o cenário político do país.

 

“Gente, os papéis foram invertidos. O que tá acontecendo? Só vocês ainda não entenderam que nós estamos em época de política, onde prender um influenciador se torna repercussão nacional. Não é possível que só eu enxergue isso”, encerrou.

 

Enquanto Rico fala em perseguição, Deolane segue sendo investigada por suposta ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital) e por participação em um esquema de lavagem de dinheiro que, segundo o Ministério Público, teria movimentado mais de R$ 327 milhões.

 

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