reorganização de colágeno 24.07.2026 | 16h27

redacao@gazetadigital.com.br
Reprodução/Instagram/@virginia
Virginia Fonseca aparece realizando um novo procedimento estético no rosto. Aos 27 anos, a influenciadora apostou no XERF, tecnologia recém-chegada ao Brasil que tem ganhado destaque nas redes sociais e entre celebridades.
Trata-se de uma nova geração de radiofrequência monopolar capaz de estimular a produção e reorganização de colágeno para melhorar a firmeza da pele e promover rejuvenescimento. “O XERF tem como principal diferencial a capacidade de trabalhar diferentes planos da pele simultaneamente, com maior possibilidade de personalização.
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Ao combinar as frequências de 6,78 MHz e 2 MHz, o equipamento permite ajustar o tratamento à anatomia, à espessura da pele e ao grau de flacidez de cada paciente. Isso é importante porque um bom resultado não depende apenas de aplicar energia, mas de saber onde, quanto e por que ela deve ser utilizada”, esclarece o dermatologista Dr. Renato Soriani, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e referência em tratamentos dermatológicos com tecnologias.
O médico explica que o rosto não apresenta a mesma anatomia e espessura em todas as regiões. “A área ao redor dos olhos, por exemplo, tem características diferentes da mandíbula, do terço inferior da face e do pescoço. Por isso, utilizar sempre uma mesma frequência, na mesma profundidade, nem sempre é a melhor estratégia”, detalha o especialista, ressaltando que é nesse ponto que o XERF se destaca das outras radiofrequências monopolares.
“Durante o procedimento, a energia de radiofrequência emitida pela ponteira percorre os tecidos até uma placa de retorno colocada no corpo do paciente, aquecendo a pele para provocar reorganização das fibras de colágeno existentes e estimular progressivamente a remodelação de colágeno e elastina. Nos planos mais superficiais e intermediários, usamos a frequência de 6,78 MHz, que pode ser combinado à frequência de 2 MHz quando há necessidade de alcançar camadas mais profundas. Assim, conseguimos trabalhar, na mesma sessão, planos dérmicos diferentes”, explica o médico.
De acordo com o Dr. Renato Soriani, o XERF oferece três configurações de profundidade e dez níveis de intensidade, o que permite que seja usado para tratar casos de flacidez leve a moderada, linhas finas e perda de definição da mandíbula e do contorno facial, além de poder ser usado para prevenir o envelhecimento ao criar uma poupança de colágeno. “É um tratamento muito seguro, confortável e bem tolerado.
Isso porque o equipamento conta com um sistema de leitura de impedância, que analisa em tempo real como a pele está respondendo à energia, a tecnologia de pulso Wave Fit™, que divide a entrega de energia em múltiplos pulsos, e um sistema integrado de resfriamento criogênico, que ajuda a controlar a temperatura da epiderme enquanto a radiofrequência aquece os tecidos abaixo da superfície”, destaca o médico.
Sem agulhas, o tratamento não tem tempo de recuperação e o paciente pode retornar às atividades rotineiras logo após a sessão.
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