Meu Bicho e Eu 22.02.2025 | 06h00

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Petlove
Um levantamento publicado pela Human Animal Bond Research Institute (HABRI) mostra que a convivência com felinos pode ajudar a diminuir a pressão arterial e estimular a produção de serotonina, hormônio associado ao bem-estar. Outro estudo, da Universidade de Minnesota, aponta que tutores de gatos têm cerca de 30% menos riscos de sofrer ataques cardíacos em comparação com aqueles que não possuem um felino em casa.
E ao que tudo indica, essa paixão só cresce: segundo o último Censo Pet (2022) do Instituto Pet Brasil, a população de gatos já supera a marca de 27 milhões de animais. Mas para retribuir todo o amor que esse animalzinho nos oferece e garantir uma vida longeva e saudável, são necessários alguns cuidados essenciais.
A Elanco Saúde Animal, empresa referência no desenvolvimento de soluções para a saúde e bem-estar de animais de estimação e de produção, traz orientações sobre duas enfermidades que podem acometer os felinos: a Doença Renal Crônica (DRC) e as doenças parasitárias, ou seja, aquelas provocadas por parasitas comuns como pulgas e vermes. A empresa também oferece orientações simples, mas que fazem toda a diferença, para o dia a dia do felino e de seus tutores. Confira:
Doença Renal Crônica (DRC)
A DRC é doença bastante comum na espécie felina e ainda mais comum em gatos idosos. Nas últimas décadas, houve aumento no número de casos diagnosticados de DRC em felinos, o que provavelmente se deve a um conjunto de fatores, como o aumento da expectativa de vida dos gatos e a maior conscientização de tutores e médicos-veterinários sobre a enfermidade.
Estudos* apontam que a prevalência de DRC é de 13% em gatos acima de 4 ano de idade, aumentando para 24% em gatos entre 4 e 10 anos, chegando a 31% em gatos entre 10 e 15 anos de idade. Ou seja, a DRC pode surgir em qualquer fase da vida do animal, comprometendo fortemente seu bem-estar e podendo levá-lo a óbito. A boa notícia é que é possível diagnosticar precocemente e aumentar a expectativa de vida e qualidade de vida para o animal com DRC.
“A DRC é uma doença silenciosa, crônica, progressiva e pode ser fatal. Por isso, é fundamental que o gato passe por consultas periódicas. Com um diagnóstico precoce, o pet tem mais chances de receber um tratamento adequado e aumentar a sua expectativa de vida com a doença”, explica Mariana Capellanes Flocke, médica-veterinária e consultora técnica sênior da Elanco.
Entre os principais sintomas da DRC estão a perda de apetite, emagrecimento, aumento da produção de urina, sede excessiva, diarréia e vômito. Vale destacar que a perda de apetite pode debilitar ainda mais o animal, uma vez que ele passará a ingerir menos nutrientes importantes para sua saúde.
Entre os exames comumente solicitados pelos médicos-veterinários para o diagnóstico da DRC estão os de urina, sangue, ultrassonografia abdominal e mensuração da pressão arterial. “Caso o animal receba o diagnóstico de DRC, caberá ao profissional que acompanha o felino avaliar se há necessidade de mais exames para avaliar outras condições de saúde associadas à doença", sugere Mariana.
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