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geração Millenial 08.08.2025 | 10h09

‘Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda’ acerta ao apostar na nostalgia e na química entre as protagonistas

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Todo millenial que se preze tem na memória a época em que Lindsay Lohan era um grande sucesso, a rainha dos filmes infanto-juvenis. E ela deve essa fama muito a Sexta-Feira Muito Louca. O filme de 2003 mostrou ao mundo que a menininha de Operação Cupido (Lohan interpretava irmãs gêmeas) amadureceu, tinha um “quê” de adolescente rebelde e sabia cantar e tocar guitarra.

 

Depois vieram mais sucessos, o auge, os problemas da fama e um afastamento de Hollywood. Quando a atriz ressurgiu, vieram com ela os rumores, e o desejo daquele público que cresceu com a atriz, de uma continuação do sucesso da Disney. E quando o projeto se concretizou, toda uma geração 30 mais esperou ansiosamente para ver na tela grande o próximo capítulo dessa história.

 

Mais de 20 anos depois, Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda estreia nos cinemas e não decepciona tanto quem gosta do primeiro filme, quanto um novo público em busca de algo leve e bem-humorado.

 

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No longa, Anna (Lohan) cria sozinha sua filha adolescente e, para isso, conta com a ajuda (ou será intromissão?) da mãe, Tess Coleman (Jamie Lee Curtis). Um belo dia, Anna e o pai de uma colega de escola de sua filha se apaixonam. Mas é claro que essa não seria uma história de amor tão simples, já que as duas jovens se odeiam e existe a possibilidade dessa nova família se mudar para Londres. E esse é o tempero necessário para que uma nova troca de corpos aconteça, mas dessa vez, de uma maneira surpreendente.

 

Se em Sexta-Feira Muito Louca o grande tema é a diferença entre gerações, afinal, Anna e Tess precisaram trocar de lugar para entender as dores e anseios da adolescência e da maturidade, na sequência o foco é na importância da família, não importa o quão diferente os membros sejam entre si.

 

Apesar dessas diferenças, o longa da diretora Nisha Ganatra repete as fórmulas que fizeram Sexta-Feira Muito Louca um sucesso: algumas piadas, o visual “escola americana”, narrativa simples. E isso não é algo ruim, uma vez que elas continuam funcionando.

 

Outro elemento que segue irretocável é a química entre Linday Lohan e Jamie Lee Curtis; as duas são perfeitas interpretando mãe e filha. O timing para a comédia de Curtis, especialmente a física, é uma das melhores coisas do filme. Harper (Julia Butters), a filha da personagem de Lohan, é outro acerto no filme.

 

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda pode não vir a ser o filme conforto da geração Z. Entretanto, cumpre muito bem o papel de apresentar uma história sobre família e empatia de uma maneira leve e engraçada e, por vezes, emocionante. E com certeza os millenials vão sentir uma lágrima escorrer vez ou outra, e, embalados pela nostalgia, também vão se pegar sorrindo e cantarolando a música da banda de Anna, a Pink Slip.

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