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Tevê - A | + A

23.11.2003 | 03h00

Quem consegue entender essa tal Kubanacan?

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Logo no primeiro capítulo, a moça pobre se apaixona. No melhor estilo "garota da camiseta molhada", a decotada Marisol (Danielle Winits) enfrenta o mar de Kubanacan para salvar um homem. Sem memória - e sem roupa -, o rapaz faz a festa das mulheres na fictícia "república das bananas" criada por Carlos Lombardi. Hoje, seis meses após a estréia, o galã continua seduzido pelas curvas generosas de Danielle. Mas já andou visitando a cama de muitas outras mulheres: Silvia Pfeiffer, Heloísa Perissé, Cláudia Rodrigues, Mila Chrystie...

No time de fãs do misterioso herói também está Lola (Adriana Esteves). Ela já foi casada com Enrico (Vladimir Brichta), aquele que namorava Marisol - que por sua vez está grávida de Esteban (Marcos Pasquim), pai do filho de Rubi (Carolina Ferraz). Hein? Quem perdeu qualquer capítulo da elétrica trama das sete, certamente já não consegue entender o que está acontecendo com os personagens. Mas a reportagem preparou um guia para explicar o confuso mundo de Kubancan.

Toda semana algumas carinhas novas despencam na novela. Outras, simplesmente desaparecem, como a do general Camacho (Humberto Martins). Há quem diga que o ator se meteu em uma guerra de egos com Pasquim. Mas ele preferiu justificar o sumiço com a famosa frase "estou com problemas pessoais". E voltou para Kubanacan meses depois, como o mais novo desmemoriado da novela. Apareceu na praia, nu, como um homem "do bem". Será? Ninguém sabe ainda se as crises de consciência do personagem são mesmo sinceras ou apenas mais um dos truques dramáticos de Lombardi.

Não bastasse o troca-troca de casais e o vai-e-vem de personagens, o autor ainda vai criar mais uma reviravolta na trama com a escolha do novo governante da ilha. Laura (Letícia Spiller) e Alejandro (Werner Schünemann) já são candidatos certos ao posto. Para os fãs dos dois atores, boa notícia: eles ficam no ar até o final da novela.

O show dos penetras - que já contou com Gabriela Duarte, Regina Duarte e Stênio Garcia - está longe de terminar. Em Kubanacan, a fila anda rápido, mas anda em círculo. Um capítulo perdido pode custar dias sem entender um único movimento dos personagens. Resolvido o conflito da semana, porém, a ciranda "kubanaquense" recomeça, com sua lógica bem própria. E a história volta a girar em torno da eterna indecisão amorosa das mocinhas, dos obstáculos intermináveis superados por Esteban, e da enrolada disputa pela presidência.

Lombardi quer movimento, ação: não se vê dois personagens sentados em uma mesma cena. Seu ritmo olímpico tem feito milagres no Ibope: média de 40 pontos, com picos de 46, e índices de fazer inveja aos festejados folhetins das oito. Não é à toa que os maiores sucessos das sete tenham sido Quatro Por Quatro (1994) e Uga-uga (2000), outros bons exemplares do humor verborrágico do autor.

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