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em canoas 05.07.2024 | 15h44

RS inaugura a primeira 'cidade provisória' para 630 pessoas que perderam suas casas

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Divulgação/ Governo do Rio Grande do Sul

Divulgação/ Governo do Rio Grande do Sul

Um abrigo com 630 vagas foi inaugurado nesta quinta-feira (4) em Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, e começou a receber pessoas que perderam suas casas durante as enchentes de maio.

 

Construído pelo governo do Estado em parceria com diversas entidades, o Centro Humanitário de Acolhimento Recomeço será administrado pela Organização Internacional para as Migrações, das Nações Unidas, e vai servir como moradia provisória dessas pessoas, enquanto aguardam as casas definitivas anunciadas pelo governo federal.

 

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A prefeitura de Canoas selecionou os ocupantes desse abrigo, que já começaram a se mudar. Até o dia 15, o abrigo deve estar completo.

 

A iniciativa faz parte do Plano Rio Grande, que atua em três eixos de enfrentamento aos efeitos das enchentes: ações emergenciais, ações de reconstrução e planos para o futuro.

 

“Queremos casas definitivas para essas pessoas, mas, até lá, é preciso garantir cuidado, carinho e atenção”, afirmou o governador Eduardo Leite (PSDB). “Estamos buscando dar dignidade e estrutura para que essas pessoas estejam em melhores condições. Embora ainda não seja o ideal, é mais um passo”, disse.

 

Antes de se transferir para esse abrigo, as pessoas estavam em espaços como galpões de Centros de Tradições Gaúchas, ginásios esportivos e salões paroquiais, locais inadequados mesmo para moradia provisória, segundo o governador.

 

“Estamos propiciando agora uma estrutura qualificada, bem-organizada e com equipes técnicas contratadas para dar suporte às famílias por um período, até que sejam construídas as casas definitivas”, disse Leite.

 

O projeto contempla não só a estrutura física, mas serviços básicos de saúde e de assistência social, encaminhamento profissional, atividades formativas, alimentação e segurança 24 horas. As crianças receberão apoio psicológico e acompanhamento por psicopedagogos e pediatras especializados em desenvolvimento infantil.

 

Além disso, as casas modulares permitirão mais privacidade às famílias, garantindo sua individualidade. Cerca de 150 pessoas vão trabalhar no abrigo.

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