empossada há 1 mês 16.01.2026 | 17h20
Reprodução/Instagram/@dra_laylayub
A delegada Layla Lima Ayub foi presa, nesta sexta-feira (16), em São Paulo, por suspeita de envolvimento com a organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).
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Segundo o MP-SP (Ministério Público de São Paulo), a delegada mantinha vínculo pessoal e profissional com integrantes do PCC.
Ex-policial militar no Espírito Santo, Layla teria um relacionamento amoroso com um integrante do PCC no Pará identificado como Jardel Neto Pereira da Cruz, o ‘Dedel’.
Além disso, segundo o MP, a delegada atuava irregularmente, em audiência de custódia, na defesa de presos integrantes de organizações criminosas, após ter tomado posse no cargo de delegada de polícia.
Delegada foi empossada em dezembro de 2025
Durante cerimônia no dia 19 de dezembro, Layla, acompanhada de Dedel, foi empossada em evento no Palácio dos Bandeirantes.
No dia 28 de dezembro, já no cargo de delegada, ela teria atuado de forma irregular como advogada em uma audiência de custódia com o objetivo de obter a soltura de um integrante do PCC em Marabá (PA).
Há também indícios que Layla e Dedel teriam adquirido uma padaria na zona leste de São Paulo para lavar dinheiro do crime organizado.
Outro ponto apurado é que Layla seria formalmente casada com um delegado da Polícia Civil do Pará, que atua na região de Marabá. A informação foi checada no curso das investigações abertas a partir de uma notícia-crime anônima encaminhada às autoridades.
A investigação também aponta que Layla e Jardel passaram a residir juntos em São Paulo após a posse da delegada, período em que ela frequentava o curso de formação da carreira na Academia da Polícia Civil.
A prisão da delegada investigada foi decretada pelo juiz Paulo Fernando Deroma de Mello, da 2ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem de Bens e Valores da capital. A decisão atendeu a uma representação do delegado Kleber de Oliveira Granja, da Divisão de Crimes Funcionais da Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo.
A RECORD busca contato com a defesa de Layla Ayub. Ao ser presa, ela negou que mantém ligação com a facção.
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