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deu em a gazeta 13.07.2024 | 07h00

Abandonado há 5 anos, prédio é 'resort de noiados' no Porto

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Cristiane Guerreiro

redacao@gazetadigital.com.br

João Vieira

João Vieira

“Resort para usuários de entorpecentes”. É assim que os moradores da rua São Joaquim, bairro Porto, definem a situação do prédio abandonado onde funcionou a Secretaria Municipal de Saúde. O local virou ponto de prostituição, de tráfico e uso de drogas e também se tornou esconderijo para práticas ilícitas. A estrutura, de dois andares, da União, que foi cedida ao município, está há cerca de 5 anos desativada. Sem reforma, o prédio está completamente deteriorado.


A reportagem de A Gazeta esteve no local e acompanhou a movimentação de pessoas em plena luz do dia, que entram por um espaço na lateral, onde foi derrubada a grade que dá acesso ao prédio. Desde a entrada é possível perceber o mau cheiro provocado por excesso de lixo, restos de marmitas, dejetos, roupas e papelão espalhados, além de muita sujeira. As portas, pisos e vidros do local estão quebrados. Há carcaças de ar-condicionado e outros aparelhos, que podem ser provenientes de atividades criminosas. A situação gera insegurança e transtornos aos moradores.

 

“O município não ocupa o prédio, mas também não entrega para a União. Estamos vivendo um caos, a área não foi cercada corretamente e não tem um vigia para cuidar do local. Hoje, são cerca de 20 pessoas que entram e saem todos os dias no
prédio, alguns são alunos de uma escola próxima, que vêm uniformizados para comprar ou usar drogas, e depois saem. Outros são usuários que vivem em situação de rua e dormem por lá”, afirma a moradora M.D.

 


Segundo ela, os moradores que investiram em câmeras para aumentar a segurança, não conseguem acompanhar as imagens com clareza, pois em frente ao prédio não ocorre a poda das árvores. “Estamos abandonados, já solicitamos várias vezes a poda e a solução para o prédio, a polícia sempre vem quando acionamos, mas não adianta, eles não vão embora. Durante o dia é muita 'pidança', tenho que deixar a casa fechada, e à noite não durmo, passo muito medo com as brigas, gritarias e
pedradas durante a madrugada”.


Ressalta ainda que os usuários que vivem em situação de rua haviam quebrado o cano do prédio e ficou vazando
água por dois meses até ser consertado na última semana, depois de muitas solicitações. Destaca também que é frequente vê-los furtando, andando com grades e tampas de bueiros pelas ruas.

 

Leia matéria completa na edição do Jornal A Gazeta

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