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nova fiscalização 30.04.2021 | 10h44

Após denúncia de vereadores, prefeitura faz auditora na Central de Medicamentos

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Depois que vereadores da oposição denunciaram centenas de remédios vencidos e a Câmara de Cuiabá abriu uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o caso, a Prefeitura de Cuiabá abriu uma auditoria para investigar a Central de Distribuição de Medicamentos e Insumos (CDMIC). O caso começou a ser apurado na quinta-feira (29).

 

A Controladoria Geral do Município (CGM) irá comandar a auditoria, para apurar a responsabilidade sobre os medicamentos vencidos, além de desenvolver um plano de ação para corrigir os processos de distribuição dos itens.

 

Leia também - Vereador quer que prefeitura divulgue medicamentos no estoque

 

A auditoria tem 45 dias para apresentar as conclusões do trabalho.

 

"É importante a presença deles [CGM] aqui, e inclusive, para estar verificando tudo. É um primeiro contato e isso vai se aprofundar, a gente quer a Controladoria junto, porque nós fizemos os nossos levantamentos, mas ainda estávamos em fase de terminar. Só que com tudo isso que aconteceu, os trabalhos podem ser prejudicados, então ter a CGM através das inspeções deles, também tendo material à medida que foi muito divulgado, nos dar uma segurança muito maior de esclarecimento", explicou a secretária municipal de Saúde, Ozenira Félix.

 

Denúncia

Um grupo de vereadores visitou a Central no dia 23 de abril e constatou centenas de medicamentos - alguns deles de alto custo - vencidos dentro da unidade. A Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE) confirmaram a existência dos remédios com data de validade expirada.

 

Na terça-feira (27), 13 vereadores da base do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) pediram a criação de uma CPI para investigar o caso. A Comissão foi aberta, mas os membros ainda não foram escolhidos.

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Comentários

J A Silva - 30/04/2021

Alguns anos atrás, lá no posto de saúde do CPA I, atrás do antigo mercado modelo, hoje o Ganha Tempo, verifiquei uma situação, a mim constrangedora: uma pessoa que necessitava de um medicamento foi procurá-lo e disseram que não tinha. Mas minutos depois, outra pessoa, chegou em um veículo chique, bem vestida e retirou o mesmo medicamento e deixou lá uma propina. Quem precisa não tem e quem pode comprar, adquire assim, tirando o direito de quem precisa e deveria receber o medicamento. Mas tantos anos depois, acho que mudou. Espero que sim. Agora é desperdiçando que estão prejudicando a sociedade!

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