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DESAFIOS E ALEGRIAS 18.01.2025 | 13h30

Arquiteta aposenta diploma para viver sonho de morar no exterior

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Aline Costa - Especial para o GD

redacao@gazetadigital

Arquivo pessoal

Arquivo pessoal

Para realizar o sonho de adolescência, Karine Rezende Nunes, 31, deixou Cuiabá, seu diploma de arquiteta e se mudou para a Irlanda em 2022, com a esposa. Hoje, prestes a completar 3 anos no país, ela contou ao os desafios e alegrias da vida no exterior.

 

A Irlanda, localizada em uma ilha, foi escolhida após uma pesquisa minuciosa por vários países europeus. O idioma, valores de salários e custo de vida pesaram na escolha no novo lugar para viver.

 

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“A Irlanda é um ponto muito bom na Europa para você acessar outros países. O salário aqui é muito melhor se comparar com outros lugares. A gente gosta muito de viver aqui, viajamos bastante e a população é bem receptiva, de modo geral”, explicou ela.

 

Hoje, ela e a esposa, Rebecca Montecchiari, vivem em Limerick, cidade a 2 horas da capital Dublin. Enquanto Karine trabalha no escritório de uma empresa de transporte por aplicativos, a esposa é funcionária de plataforma onlien de passagens.

 

Karine sempre teve o desejo de sair do Brasil, motivada por conhecer outras culturas, por viajar para lugares diferentes e por explorar o mundo, que tem tantas coisas para mostrar. Quando jovem, entretanto, ela não tinha dinheiro o suficiente para realizar o sonho que tem um custo elevado.

Reprodução

Karine Rezende Nunes

Karine Rezende Nunes e Rebecca Montecchiari

 

Assim, ela guardou o sonho por um tempo, e se formou como arquiteta. Depois da graduação, tentou se tornar comissária de bordo, para viajar o mundo trabalhando. Plano frustrado.

 

Até que, em 2018, Karine conheceu Rebecca Montecchiari, a pessoa por quem se apaixonou e que, coincidentemente, guardava em si a mesma ânsia pelo mundo. Rebecca, apesar de ser natural de Nova Friburgo (RJ), morou toda sua vida em Cuiabá e já se considera cuiabana.

 

Após Rebecca conquistar sua cidadania italiana, o leque de possibilidades no continente europeu se expandiu e as duas decidiram se mudar. Em 14 de fevereiro de 2022 elas estavam oficialmente iniciaram sua nova jornada na Irlanda.

 

Karine Rezende relatou que, como uma cuiabana, sentiu muita dificuldade em se adaptar ao clima irlandês que, nos primeiros meses em que viveu lá, chegou a marcar 9°C negativos. O sotaque inglês falado pela população local e a saudade da família foram outras dificuldades enfrentadas.

 

“O sotaque deles é bem forte e eles têm outro idioma no país também. Misturam o idioma local com o inglês e no começo foi um pouco difícil. O frio foi outro desafio. A gente saiu de Cuiabá, com 40°C para um clima que, quando chegamos, de -9°C”, relatou Rezende.

 

Hoje, elas vêm ao Brasil anualmente para visitar a família que ficou. A saudade sentida dos parentes foi o único motivo que já fez Karine pensar em retornar ao Brasil.

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