11.06.2003 | 03h00
A falta de estrutura da rede de esgoto do Parque Cuiabá e a contaminação pelo lixo na nascente do córrego Lavrinha sacrificam o Rio Cuiabá. Desativada há três anos, a unidade de tratamento de esgoto não filtra os dejetos, que correm in natura para o leito do rio.
Inaugurada em 1988, a unidade não suportou a vazão produzida, consequência do crescimento desordenado do bairro. Mas há previsão de que ainda esse ano comecem as obras de reforma.
No Parque Atalaia, situado na outra margem da Rodovia Palmiro Paes de Barros, a situação é mais delicada. Não há sequer rede de esgoto. É comum observar nas ruas do bairro água parada e com mau cheiro.
Além da falta de estrutura, os moradores ainda são obrigados a conviver com os dejetos produzidos pelos vizinhos do Parque Cuiabá e que não são tratados. Em dias de chuva intensa, o esgoto, que corre a céu aberto, transborda.
A presidente do Parque Atalaia, Eliane Pimentel, chama a atenção sobre os riscos de contaminação da água potável com os dejetos. Os tubos da água para consumo ficam acima dos canos de esgoto por onde corre o esgoto.
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