deu em a gazeta 25.03.2024 | 07h05

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O capitão Bombeiro Daniel Alves de Moura e Silva, conhecido como “D.Alves” ou “D.Louco”, gozava de licença prêmio e teria que estar afastado das atividades no dia 27 de fevereiro, data em que comandava o treinamento em água em que ocorreu a morte, por afogamento, do aluno Lucas Velozo Perez, 27, na Lagoa Trevisan, durante curso de formação.
Documento ao qual a reportagem do Jornal A Gazeta teve acesso mostra que o comandante da unidade dos Bombeiros de Sorriso deveria estar afastado, conforme aponta a Portaria nº 127/ BM-1/2024, no período de 09/02/2024 até 09/03/2024. Denúncia recebida pela reportagem aponta que tais informações sobre a licença prêmio concedida ao capitão“D Alves”, assinada pelo comandante geral Alessandro Borges Ferreira, foram retiradas misteriosamente do processo após a morte do soldado.
Nos documentos internos aos quais a reportagem teve acesso, em 1º de fevereiro, um despacho assinado pelo comandante geral adjunto, Ricardo Antônio Bezerra Costa, solicita alteração do gozo da licença prêmio de D.Alves de março para 05/02/2024, dando conhecimento do fato ao Comando Geral da corporação. Ao todo, são três ofícios internos com datas de 25, 26 e 31 de janeiro tratando da licença prêmio do oficial.
Questionado sobre a situação irregular do oficial durante curso, por meio de nota, o comando geral informou que a questão é objeto de investigação do Inquérito Policial Militar (IPM), que corre em sigilo. Outra denúncia recebida é de que o comando da Corporação até agora não instaurou o processo administrativo militar contra o Capitão D.Alves. Tal procedimento analisa o conjunto de atos praticados de forma sistematizada, de acordo com regras específicas de cada instituição militar, destinado à apuração de ilícito de natureza disciplinar.
O processo correria paralelamente ao IPM. Em resposta ao questionamento, o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso informou que o IPM é instaurado para investigar a suspeita de delito. Apenas se houver indícios de transgressão disciplinar será aberto um Processo Administrativo Disciplinar Militar (PADM) ao final do inquérito.
Confira reportagem completa na edição do Jornal A Gazeta
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