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falta de pagamento 05.02.2025 | 19h10

Empresa alega dívida de R$ 3,4 milhões e ameaça fechar 10 UTIs a partir de sexta

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Aline Costa - Especial para o GD

redacao@gazetadigital

Prefeitura de Tangará da Serra

Prefeitura de Tangará da Serra

A Organização Goiana de Terapia Intensiva Ltda., empresa responsável por 10 leitos de Unidade de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), em Tangará da Serra (239 km a Médio-Norte) comunicou nessa terça-feira (04) que irá suspender os serviços prestados por falta pagamento por parte da prefeitura. A dívida ultrapassa os R$ 3 milhões e os pacientes não serão recebidos a partir de sexta-feira (7), caso a pendência continue.

 

A empresa contratada tem a responsabilidade de manter em funcionamento 10 leitos de UTI alocados no Hospital Municipal Arlete Dayse Cichetti de Brito. Os insumos necessários para o atendimento dos pacientes, equipe médica, material hospitalar e limpeza são alguns dos deveres da empresa previstos pelo contrato n° 00012/AMD/2024.

 

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De acordo com nota de esclarecimento divulgada pela empresa, a Organização Goiana não recebe os repasses da prefeitura desde setembro de 2024 e o débito se aproxima de R$3,4 milhões. Dessa forma, uma carta foi enviada ao prefeito do Vander Alberto Masson (PSDB), comunicando que, caso as pendências não sejam regularizadas até esta sexta-feira (07), os atendimentos serão suspensos. 

 

“A Empresa irá aguardar a regularização dos pagamentos até a data de 07.02.2025. A partir desta data, haverá suspensão dos serviços, com a consequente recusa de admissão de novos pacientes, bem como a transferência dos pacientes para outras unidades”, afirmou a prestadora de serviços.

 

Na carta enviada ao prefeito, além de exigir o pagamento dos débitos, a empresa solicitou que os futuros pagamentos sejam realizados em até 30 dias após a emissão de nota fiscal.

 

A Organização Goiana relatou, ainda, que foram tentadas reuniões e acordos durante os meses em que houve atrasos, porém, ineficazes na resolução dos problemas. Em razão dos atrasos, a empresa é permitida pela Lei Federal nº 14.133/2021 a suspender os serviços prestados.

 

“Representantes da Diretoria da Empresa já se deslocaram pessoalmente para o município, para realizar várias reuniões com objetivo de superar essas situações de não conformidade. Também já foram respondidos vários documentos, com o condão de superar essas situações. Da mesma forma, contatos por e-mail e telefonemas são realizados quase que diariamente. Porém, tudo isso não impediu que a situação chegasse ao extremo”, afirma parte da carta enviada ao chefe do executivo municipal.

 

Outro lado

O tentou contato com a assessoria da prefeitura via mensagens e ligações, mas não houve resposta.

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