INVERSÃO TÉRMICA 20.08.2020 | 18h23

khayo@gazetadigital.com.br
João Vieira
A queda brusca na temperatura na região da Baixada Cuiabana deverá provocar o aprisionamento da fumaça produzida pelas queimadas. Conforme explicou o diretor da Defesa Civil Municipal, José Pedro Zanetti, esta intercorrência poderá ocorrer por conta do fenômeno atmosférico da inversão térmica.
Ao portal
, o diretor apontou que a posição geográfica de baixada favorecerá a Cuiabá o aprisionamento das cortinas de fumaça, uma vez que as partículas de ar frio serão agregadas aos poluentes da atmosfera e ficarão na camada mais próxima à superfície terrestre.
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Dessa forma, o cenário vivenciado pelos cuiabanos na manhã do dia 25 de julho, quando a Capital amanheceu totalmente encoberta por uma densa camada de fumaça, que era resquício do incêndio florestal de grandes proporções que atinge o Pantanal mato-grossense.
Conforme a previsão do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), vinculado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Cuiabá registrou o dia mais quente do ano nesta semana, quando superou os 40º C, e deverá ter a noite mais fria no sábado (22), quando os termômetros poderão chegar aos 10º C.
Estiagem em Cuiabá
Apesar do clima seco e da alta na temperatura dos últimos dias, o diretor da Defesa Civil apontou que estas são condições comuns para este período do ano. Zanetti disse ainda que a primeira chuva deve ocorrer ainda entre a metade e o final de setembro.
Neste cenário de estiagem, o nível do Rio Cuiabá também segue baixo. Porém, o índice volumétrico não está fora dos padrões anuais para o período. Zanetti explicou que a média para o Rio Cuiabá é entre 22cm e 35cm e, há algumas semanas, está estabilizada nos 26cm.
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