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Atropelamento na valley 05.01.2019 | 13h37

'Pedacinhos' dele salvarão vidas, diz mãe de cantor sertanejo

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Ana Flávia Corrêa

anaflavia@gazetadigital.com.br

Reprodução

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Regina Viveiros, mãe do cantor sertanejo Ramon Alcides, 25, morto depois de um acidente em frente à Valley Pub, em Cuiabá, em dezembro do ano passado, confirmou a doação dos órgãos do filho.

 

Por meio de stories da rede social Instagram, ela compartilhou um relato emocionado, além das imagens do momento em que os médicos chegam para coletar os órgãos de Ramon. 

 

"Saber que pedacinhos dele salvarão vidas, secarão lágrimas de pessoas, de mães. Deram oportunidades para mães verem os filhos crescerem, verem os netos, coisa que foi tirada de mim, me dignifica, me alivia. É um patrimônio para alma do meu filho", afirmou.

 

Ela explicou que o processo de cremação foi burocrático, já que a morte do cantor sertanejo não foi natural, e sim resultado de um homicídio.

 

"Vou mostrar momentos em que a equipe de captação de órgãos chegou para pegar os órgãos dele. É uma forma de prestar homenagem a ele pelo gesto grandioso dele. A família só foi executora de um desejo que ele sempre expressou", explicou.

 

O cantor morreu no dia 28 de dezembro, depois de ficar 5 dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital particular Amecor. Ele teve traumatismo craniano e lesões irreversíveis.

 

No dia 23 de dezembro, os jovens saíam da boate quando foram atropelados pela professora Rafaela Screnci, 33. De acordo com a Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran), a condutora da caminhonete trafegava pelo sentido bairro-centro quando atingiu os pedestres.   

 

Eles foram socorridos pela equipe médica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhados para o Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá.      

 

Myllena morreu na hora e os outros 2 ficaram em estado gravíssimo. O cantor sertanejo morreu 5 dias após o acidente com traumatismo craniano. Hya foi a única sobrevivente.    

 

O caso    

 

Depois de atropelar os jovens, Rafaela se negou a fazer o teste do bafômetro e foi encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML) para fazer exames clínicos e, em seguida, conduzida para Central de Flagrantes para medidas criminais e administrativas.   

 

A suspeita ganhou liberdade no dia 24 de dezembro, após passar por audiência de custódia. Conforme decisão do juiz Jeverson Quinteiro, Rafaela deve pagar fiança estabelecida em R$ 95, mil. Como medida cautelar, ela teve a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) recolhida, deve comparecer mensalmente em juízo e se recolher rotineiramente nos períodos noturnos e aos finais de semana.

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Comentários

JULIO JOSÉ DE CAMPOS - 05/01/2019

Gesto nobre que engradece qualquer ser humano. Como uma pessoa transplantado venho agradecer a familia Viveiros.Que Deus acolha-o no seu reino. Obrigado

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