câncer terminal 01.12.2024 | 13h15

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João Vieira
“Preciso de ajuda para sobreviver”. Esse é o clamor de Erica Paula Arantes do Espírito Santo, de 52 anos, que há mais de 20 anos enfrenta uma batalha incansável contra o câncer, agora em fase terminal. O diagnóstico, que começou com câncer de mama, já se espalhou para diversos órgãos, incluindo intestino, estômago, pulmão, coluna e ossos. A doença, que foi descoberta em um estágio avançado, tornou-se irreversível. Hoje, Erica está em cuidados paliativos, e o foco do tratamento é aliviar seus sintomas e proporcionar um mínimo de conforto.
A situação se agravou significativamente nos últimos meses e ela está “definhando”. Com apenas 20 quilos, ela passa a maior parte do dia deitada devido às intensas dores nos ossos. Seu intestino não funciona mais e ela não consegue dormir há dois meses por conta das dores. Além disso, perdeu grande parte de sua mobilidade e depende de uma cadeira de rodas.
“Nunca pensei que a dor de um câncer fosse tão terrível. Já não aguento mais”, desabafa. Não bastasse ter que lidar com as dores horríveis, a situação piora ainda mais sem os medicamentos. De acordo com ela, há dias está sem a morfina de 10 mg que precisa tomar de 4h em 4h, e sem a pregabalina que precisa tomar três comprimidos ao dia.
Além deles, Erica toma pelo menos mais 12 medicamentos. A maioria já acabou e não está sendo fornecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Erica vive com o esposo, Manoel Amâncio, também de 52 anos, com quem é casada há oito anos. Em 2021, Manoel tomou a difícil decisão de largar seu emprego para cuidar de sua esposa. Desde então, a família depende exclusivamente do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
No entanto, esse benefício não é suficiente para cobrir as necessidades básicas da casa e eles não recebem cesta básica ou qualquer outro tipo de ajuda. Manoel, que dedica todos os seus dias ao cuidado de Erica, vive uma rotina desgastante e difícil. Ele, assim como Erica, está em uma situação de extrema vulnerabilidade. Sem condições financeiras de arcar com os custos dos tratamentos, a família luta para sobreviver enquanto tenta buscar ajuda de quem possa estender a mão nesse momento tão crítico.
Quadro é de desnutrição grave
Com um quadro de desnutrição grave, os médicos indicaram o uso de suplementos alimentares para garantir que Erica receba os nutrientes necessários para sobreviver. Porém, ela enfrenta enormes dificuldades financeiras para custear isso. Entre os suplementos está o Nutren Senior sem sabor e o Whey Protein.
Sua dieta também exige alimentos como frutas (maçã, banana, melancia e pêra) e carnes magras, mas, devido à falta de recursos, sua geladeira quase sempre está vazia. O casal pede ajuda para comprar medicamentos, suplementos e alimentos.
AJUDA
A ajuda pode vir de várias formas: doações financeiras, alimentos (principalmente frutas e carnes magras), suplementos, e medicamentos como a morfina que ela já não tem mais. O contato de Erica é (65) 99978-7405.
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